Começam conversões da JMJ2008 (Sydney, Austrália)

SYDNEY, segunda-feira, 14 de julho de 2008 (ZENIT.org).- A Jornada Mundial da Juventude já está trazendo conversões para a Igreja Católica, e ainda nem começou.
A coordenadora da comunidade católica polonesa da JMJ em Sydney, de 24 anos, explicou à Zenit que seu namorado não-católico está participando do Rito de Iniciação Cristã para Adultos. Sua conversão surgiu da experiência de rezar com ela pelos frutos da JMJ.
«Ele está participando da JMJ comigo e espero que a semana de eventos e a solidariedade com muitos católicos de todo o mundo o façam se sentir orgulhoso de fazer parte da família católica», disse Basia.
Ela estava com um grupo de jovens poloneses-australianos vestidos de uniformes tradicionais de dança polonesa na veneração da cruz da JMJ e do ícone no Belmore Park.
Com peregrinos internacionais já trazendo movimento à vida de Sydney, Basia crê que o evento trará nova vida à Igreja na Austrália e uma nova energia.
«Temos igrejas pequenas e vibrantes na Austrália, mas precisamos que estejam vivas para as futuras gerações», disse.
Basia afirmou que os jovens buscam Bento XVI assim como buscavam o Papa João Paulo II, que começou a JMJ.
Ela disse que o interesse do último pontífice pela vida da juventude continua guiando a fé dos jovens, especialmente na Polônia.
«[Karol Wojtyla] estava na verdade triste quando lhe foi pedido que se tornasse o próximo arcebispo de Cracóvia, porque isso significaria deixar seu trabalho diário com a juventude em sua paróquia, disse. Mas quando ele se tornou Papa, manteve seu amor à juventude, mesmo durante sua doença. Havia algo em seus olhos e em sua voz que atraía os jovens a ele.»
Basia lidera um forte grupo de 200 jovens registrados para a JMJ em Sydney, e disse que os peregrinos da Irlanda, Canadá, Polônia e mesmo do Oeste da Austrália se uniram a eles.
«Somos grandes admiradores de João Paulo II e compreendemos o grande impacto que ele representou para cada um de nós e para o mundo», disse Agnieszka (Agnes) Jaszczyszyn, 34 anos, a outra líder de peregrinação do grupo.
Mas o Papa atual não está jamais longe de seus pensamentos, e continuam orando pelo sucesso de sua missão na Austrália. «É por causa do Papa Bento XVI que temos a JMJ 2008 em Sydney – ele manteve a tradição», disse ela. «Os jovens do mundo estão aqui por causa dele.»
Chegada
As ruas de Sydney ficaram lotadas com os peregrinos, esperando para testemunhar a Cruz da JMJ e o ícone.
A cruz da JMJ foi dada aos jovens do mundo por João Paulo II, em 1984, para ser carregada como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade; o ícone de Nossa Senhora foi seu segundo presente para os jovens, em 2003, para acompanhar a cruz.
A última passagem dos símbolos pelas ruas de Sydney foi o cume da viagem global. Depois de atravessar os continentes, os símbolos foram entregues aos australianos no Palm Sunday 2006, em Roma.
Centenas de peregrinos seguiram a cruz e o ícone do Manly ao Circular Quay, depois seguiram ao centro comercial de Sydney pela Pitt Street, passaram pela Sydney Tower, até chegar ao Belmore Parl. Lá, todo peregrino teve a chance de venerar a cruz e o ícone.
Foi a última passagem da cruz e do ícone antes das imagens fazerem parte do cenário na Missa de abertura na Quinta-Feira, às 16h (horário local). A Missa será presidida pelo cardeal George Pell, de Sydney, no Barangaroo, um porto no East Darling Harbor.

O perigo do abandono às confissões religiosas

O governo e parte da sociedade falham gravemente por sua falta de compreensão da religião. Os constantes debates referentes a diversos pontos moralmente inaceitáveis que são levantados por grupos minoritários, por sua vez de interesses particulares, são unicamente apoiados pela falta de senso religioso da sociedade laica.
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Judeus sobreviventes do holocausto agradecerão à Igreja por ter salvado suas vidas

O Papa Bento XVI receberá na próxima quarta-feira um pequeno grupo de judeus sobreviventes do holocausto, num encontro auspiciado pela Fundação Pave The Way (PTWF).

Esses judeus, presentes em Roma por ocasião de um simpósio sobre o Papa Pio XII que a Fundação patrocina, querem agradecer pessoalmente a intervenção da Igreja Católica, que conseguiu salvar-lhes a vida durante a Segunda Guerra Mundial.
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Igreja Católica cresce mais na África

A presença da Igreja Católica cresce na África acima da média mundial, tanto em número de batizados (22%) como em número de sacerdotes (23,24%).
É um dos dados que se desprende do Annuarium Statisticum Ecclesiae, cujo conteúdo está sendo dado a conhecer estes dias, segundo informou L’Osservatore Romanoem 18 de maio.

O Anuário, preparado pelo Departamento Central de Estatística da Santa Sé e editado pela Libreria Editirce Vaticana, oferece dados estatísticos e gráficos que mostram os principais indicadores sobre a ação da Igreja nos cinco continentes no período 2000-2006.

Entre estes indicadores, refere-se especialmente à distribuição geográfica dos fiéis, à evolução da oferta dos serviços pastorais e à concentração das diversas categorias de operadores pastorais sobre cada território.
Segundo os dados, o número de católicos no âmbito mundial cresceu nos últimos sete anos em 8,24%, a um ritmo quase paralelo ao crescimento global da população (8,19%). No total, o número global de batizados passou de 1,04 bilhão no ano 2000 a 1,13 bilhão em 2006, 17,3% da população mundial.

Contudo, este crescimento é diferente por continentes: assim, na África, o crescimento do número de batizados (de 130 milhões no ano 200 a 158,3 em 2006) é superior ao crescimento populacional, com o qual a porcentagem de católicos de origem africana passou a constituir 14% do global de batizados.
Na Ásia, a porcentagem se mantém estável, enquanto na Europa o crescimento do número de batizados é inferior a 1%. Contudo, esta porcentagem, ao ser maior que a do crescimento global da população, significa uma leve melhoria com relação a anos anteriores. Na América e na Oceania (com um crescimento de 8,4% e 7,6%, respectivamente), os católicos crescem abaixo do número de habitantes. Contudo, os católicos americanos continuam supondo quase a metade dos católicos do mundo inteiro.                     

Mais sacerdotes

Com relação aos operadores pastorais, o número de bispos do mundo cresce em 7,86%, especialmente no caso dos prelados procedentes da Ásia (14,83%), seguida da América (9,09%), África e Oceania (ao redor de 6%) e Europa (4,41%). Contudo, os continentes que continuam contribuindo com o maior número de bispos continuam sendo a Europa e a América, que juntas supõem 70%.

Com relação ao número de sacerdotes, tanto diocesanos como religiosos, crescem 0,51% no mundo, passando de 405.178 a 407.262, em 2006. Contudo, a média não reflete a enorme disparidade entre continentes, já que a África cresce 23,24% e a Ásia, 17,71%, enquanto a América se mantém e a Europa e a Oceania diminuem 5,75% e 4,37%, respectivamente.

Na Europa, a população sacerdotal diminui (se antes os sacerdotes europeus representavam 51% do total mundial, atualmente estão 3 pontos abaixo deste número). O número global de fiéis por sacerdote se situa nos 2.800 (dado em aumento com relação ao ano 2.000) ainda que onde mais aumenta o número de fiéis por sacerdote é na Europa. Na África, ainda que a situação melhora, a proporção continua sendo elevada (4.729 fiéis por sacerdote).

Dentre os dois grupos de sacerdotes, diocesanos e religiosos, crescem globalmente os primeiros (2%) enquanto os outros diminuem (2,31%).
Os religiosos que não foram ordenados sacerdotes aumentam, ainda que com notáveis diferenças: enquanto diminuem na Europa (-16,83%) e na Oceania (-16,83%) aumentam enormemente na Ásia (30,63%) e na África (8,13%). A Europa continua tendo relativamente mais religiosos (34,62%), ainda que em clara diminuição.

Com relação às religiosas, ainda que seu número continua sendo o dobro que de sacerdotes e 14 vezes maior que os religiosos, a tendência é a diminuir. No âmbito global, as mulheres religiosas passaram de 800 mil a 750 mil em 7 anos, ainda que aumentam na África (15,45%) e na Ásia (12,78%).

Por último, aumentam em termos globais os candidatos ao sacerdócio, cerca de 4,43% no âmbito mundial, ainda que com grandes diferenças: enquanto na Europa diminuem quase 16%, na Ásia e na África aumentam.
Por outro lado, as estruturas eclesiais crescem especialmente naqueles lugares com um crescimento mais dinâmico: na Ásia aumentaram 4,86% e na África 3,84%, enquanto na Europa o crescimento é praticamente inexistente. Contudo, segundo os dados do anuário, continua havendo uma grande diferença entre os continentes segundo o número de batizados por circunscrição; assim, na América há uma por cada 528 mil fiéis, enquanto na Europa há uma por cada 381 mil, e na África uma por cada 381 mil; na Ásia, uma por cada 177 mil e na Oceania, uma por cada 112 mil.

O número de centros pastorais também cresce, de 409 mil em 2000 a 428 mil em 2006, mas com grandes divergências: na Europa e na Oceania diminui (2 e 5%, respectivamente), enquanto cresce espetacularmente na Ásia (28,49%) e menos na América (4,79%) e na África (3,2%).

Fonte: Agência ZENIT

Maio, mês de Maria, mês das mães

O mês de maio homenageia afetivamente nossas mães e, com elas, a presença de Maria, Mãe de Jesus, da Igreja e nossa Mãe.

Maria é o protótipo de todas as mães: a mãe assustada, procurando por três dias o seu Filho; a mãe-mestra que ensinou as primeiras lições da Palavra de Deus; a mãe cuidadosa no preparo dos alimentos e na arrumação da casa; a mãe atenta aos passos de seu Filho com os apóstolos; a mãe sofredora diante do Filho pregado na cruz e recebendo seu corpo em seus braços, acompanhando-o em seu leito de morte, lembrando-se talvez das tantas vezes que o colocou no leito para dormir…
Maria entende todas as mães: as assustadas, as mestras, as cuidadosas, as atentas, as sofredoras!

Rogai por nós santa mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo!