A doutrina do Purgatório

O Purgatório, ao contrário do que muitos pensam, não é um local,mas um estado.
Trata-se de um estado temporário onde ficam aqueles que ao morrer não estão plenamente purificados das impurezas do pecado.

Ao contrário do que os protestantes pensam, o purgatório não é um meio de salvação. Quem vai para o purgatório já está salvo, mas precisa de uma purificação maior, já que no Céu não pode entrar nada que seja impuro (Ap 21, 27)

Um exemplo bem claro desta purificação pode ser encontrada em 1Pd 3, 19- 20: “É neste mesmo espírito que ele foi pregar aos espíritos que eram detidos no cárcere, àqueles que outrora, nos dias de Noé, tinham sido rebeldes, quando Deus aguardava com paciência, enquanto se edificava a arca, na qual poucas pessoas, isto é, apenas oito se salvaram através da água

Podemos encontrar outro exemplo em 1Cor 3, 11 – 15: “Quanto ao fundamento, ninguém pode pôr outro diverso daquele que já foi posto: Jesus Cristo. Agora, se alguém edifica sobre este fundamento, com ouro, ou com prata, ou com pedras preciosas, com madeira, ou com feno, ou com palha, a obra de cada um aparecerá. O dia (do julgamento) demonstrá-lo-á. Será descoberto pelo fogo; o fogo provará o que vale o trabalho de cada um. Se a construção resistir, o construtor receberá a recompensa. Se pegar fogo, arcará com os danos. Ele será salvo, porém passando de alguma maneira através do fogo

Agora, um motivo para rezarmos pelas almas do purgatório pode ser encontrado na Bíblia, em 2Mc 12, 43 – 46: “Em seguida, fez uma coleta, enviando a Jerusalém cerca de dez mil dracmas, para que se oferecesse um sacrifício pelos pecados: belo e santo modo de agir, decorrente de sua crença na ressurreição, porque, se ele não julgasse que os mortos ressuscitariam, teria sido vão e supérfluo rezar por eles. Mas, se ele acreditava que uma bela recompensa aguarda os que morrem piedosamente, era esse um bom e religioso pensamento; eis por que ele pediu um sacrifício expiatório para que os mortos fossem livres de suas faltas

O protestante não acredita no purgatório, mas a diferença é muito simples. Eles só admitem a Bíblia como fonte de revelação.
Os católicos têm a Bíblia e a Tradição como fonte de verdade, esta segunda encontra sua força no fato de que se uma verdade foi acreditada de modo ininterrupto desde Jesus até nossos dias, trata-se de um dogma de fé, pois o povo de Deus em sua totalidade não pode equivocar-se em matéria de fé, porque o Senhor se comprometeu com sua assistência.
Uma prova disso é que podemos mostrar que a partir dos primeiros Cristãos do Século I em diante, já oravam por seus mortos. Nas catacumbas dos primeiros cristãos, pode-se verificar os escritos esculpidos com muitas orações pelos falecidos.

O protestante acusa o católico de que não acreditar que o sacrifício de Jesus já foi suficiente para perdão de nossos pecados. ERRADO.
O Purgatório não é para o pagamento de pecados, mas para PURIFICAÇÃO.
Justamente sem esse sacrifício na cruz, de nada valeria a purificação, pois eles não estariam pagos.

São Paulo explica muito bem em 1Cor 3,15: “Se a obra de alguém se queimar, ele sofrerá perda, se bem que ele mesmo será salvo, como se pelo fogo“.
Está claro que haverá salvos que necessitarão passar pelo fogo purificador de Deus. O fogo de Deus devora seus adversários; o fogo de Deus purifica seus filhos. Pelo sacrifício de Cristo, nós podemos ser purificados pelo fogo santo de Deus para assim possamos entrar em sua presença. Sem o sacrifício de Cristo, esse mesmo fogo nos destruiria. Portanto, a idéia do Purgatório não somente não se opõe à suficiência do sacrifício de Cristo, mas mostra um de seus frutos mais maravilhos: o da ação em favor dos que creram em Cristo do divino fogo purificador ao invés de destruidor.

A Bíblia nos ensina que o protestante erra ao afirmar que o Purgatório invalida a sofrimento de Cristo por nós.
Em Col 1, 24 São Paulo diz: “Agora me regozijo no que padeço por vós e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo que é a Igreja
Ora, São Paulo cometeu heresia ao dizer “o resto das aflições de Cristo“? Ou o protestante é que comete heresia, quando contradiz a Bíblia ao dizer que não precisamos sofrer nada mais pra apresentarmo-nos diante de Deus?

Para encerrar, cito uma passagem que torna explícita a necessidade de purificação além do sacrifício de Cristo, a qual os protestantes contradizem ao dizer justamente o contrário:

Considerai Aquele que suportou tal oposição dos pecadores contra Si mesmo, para que não vos canseis, desfalecendo em vossas almas. Ainda não resististes até o sangue, combatendo contra o pecado e já vos esquecestes da exortação que vos admoesta como filhos: ‘Filho meu, não desprezes a correção do Senhor e não desmaies quando por Ele fores repreendido, porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo o que recebe por filho’. É para disciplina que suportais a correção; Deus vos trata como a filhos, pois que filho há a quem o pai não corrige? Mas se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos e não filhos. Além disso, tivemos nossos pais segundo a carne, os quais nos corrigiam e os respeitávamos. Não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos e viveremos? Aqueles, na verdade, por um pouco de tempo, nos corrigiam como bem lhes parecia; mas Este, para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade. Na verdade, nenhuma correção parece no momento ser motivo de gozo, mas de tristeza. Contudo, depois produz um fruto pacífico de justiça nos que por ela têm sido exercitados” (Heb. 12,3-11)

Estamos sob a disciplina de Deus porque somos filhos, e se nos submetemos à disciplina de nossos pais segundo a carne, porque não aceitaremos o açoite de Deus, que vem para sermos participantes de sua santidade? (Lc 12, 41-48)

Em Jesus e Maria,
Paz e bem!

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4 Respostas

  1. Daniel Silva,

    Atendendo a sua sugestão, li o artigo supra, veja no que deu a sua sugestão:

    O purgatório é mais uma doutrina ANTIBÍBLICA dos líderes católicos. A doutrina do purgatório funda-se na HIPÓTESE DOUTRINÁRIA dos mortos estarem conscientes e na HIPÓTESE DOUTRINÁRIA ANTIBIBLICA de que os mortos que estariam no alegado estado de purgatório não estão PLENAMENTE purificados das impurezas do pecado depois da morte. Em verdade, o sangue de Jesus purifica o cristão das impurezas do pecado a cada perdão e quando o morto falece todas as impurezas dele são apagadas pela morte, ou seja, quando o pecador morre, ele paga a dívida dele totalmente, não ficando nenhuma sujeira para ser limpada depois da morte.
    O purgatório é uma doutrina que se fundamenta na HIPÓTESE DOUTRINÁRIA de que os mortos estão conscientes e vão para os CÉUS depois do estado do purgatório. Em verdade, o uso de Apocalipse 21:27 para justificar a teoria do purgatório é ANTIBIBLICO porque este versículo não se refere a acontecimentos que se dariam nos céus, se referem a acontecimentos que se darão na TERRA, referem-se à NOVA JERUSALÉM que desce dos Céus para a Terra. A HIPÓTESE dos mortos irem para os CÉUS é contraditada por GÊNESIS porque o plano dO Deus para ADÃO E EVA não era que eles fossem para os CÉUS e sim que eles vivessem ETERNAMENTE na TERRA, mas este plano foi INTERROMPIDO pela astúcia de SATANÁS que trouxe a morte ao homem e aos filhos dos homens por ter enganado EVA, induzindo-a ao pecado CULPOSO e porque ADÃO fez este pecado DOLOSAMENTE, ele sabia que ia morrer se desobedecesse aO Eterno, mesmo assim ele amou mais Eva do que O Eterno, preferindo morrer como EVA do que pedir aO Eterno que lhe fizesse outra MULHER.
    Um exemplo bem claro desta purificação pode ser encontrada em 1Pd 3, 19- 20: “É neste mesmo espírito que ele foi pregar aos espíritos que eram detidos no cárcere, àqueles que outrora, nos dias de Noé, tinham sido rebeldes, quando Deus aguardava com paciência, enquanto se edificava a arca, na qual poucas pessoas, isto é, apenas oito se salvaram através da água“

    Em 1Pe 3:19 “PREGOU AOS ESPÍRITOS EM PRISÃO”: Cristo “PREGOU” no sentido de declarar, proclamar verdade, proclamar o que já está decidido, não de oferecer uma “2.ª chance, após a morte”, não há a menor brecha para isto em toda a Bíblia (ver Lc 16:26,29,31; He 9:27, etc.).
    Uma vez que o Hades, então, tinha 2 compartimentos com homens (agora só tem 1, só dos perdidos) e 1 compartimento com um subgrupo dos demônios, há 3 interpretações sobre aonde exatamente Cristo foi pregar: 1.ª) Interpretação: Cristo foi e pregou no seio de Abraão (o mesmo que Paraíso, ou Éden) proclamou somente aos salvos do VT o equivalente a “Venci! Exultai, remi a todos vós, ireis eternamente para o céu e para a presença minha e de Deus, pois crestes enquanto vivíeis!”. Bem, é seguro que Cristo esteve no Seio de Abraão, pois afirmou “estarás comigo no Paraíso” (Lc 23:43), afirmou “Pai, em tuas mãos entrego o Meu espírito” (Lc 23:46), e Ef 4:8-9 ensina que Cristo foi ao Paraíso quando este ainda estava no CENTRO da terra, e depois, uma vez que o débito tinha sido efetivamente pago, trasladou o Paraíso para o 3.º céu “… Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro, …. 9 Ora, isto – ele subiu – que é, senão que também antes tinha descido às partes mais baixas da terra?”. Mas NADA há na Bíblia levando a esta 1ª. interpretação, i.é que Cristo PREGOU aos já salvos. Observemos: os espíritos salvos, que estavam no Paraíso, NÃO são os daqueles que foram rebeldes nos dias de Noé, aos quais se refere 1Pe 3:19, e aos quais é dito que Cristo pregou!
    2.ª) Interpretação: Cristo foi e pregou no HADES, proclamou aos perdidos do VT o equivalente a “Venci! Chorai, todos vós ireis eternamente para o Lago de Fogo, pois descrestes enquanto vivíeis!”. O Hades é o local [de sofrimento terrível e consciente(?)] de todos os homens perdidos, mas [somente] até serem lançados no Lago de Fogo (Geena), para lá eternamente sofrerem terrível e conscientemente(?). Bem, 1Pe 3:19-20 NÃO se refere a todos os perdidos do VT, mas sim, somente, “aos espíritos em prisão, 20 Aqueles homens noutro tempo havendo descrido, quando de uma vez por todas a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, uma arca sendo preparada”. Ah, à luz do fato de que Deus não tem longanimidade para com demônios, que tal mudar esta 2ª. interpretação para “Cristo foi e pregou no Hades, proclamou àqueles homens, entre os perdidos do VT, que foram rebeldes à pregação de Noé”? Bem, não vemos nenhum indício na Bíblia, nem nenhuma razão, para que Deus tenha diferenciado tanto assim entre este grupo de perdidos (os homens que se rebelaram contra a mensagem de Noé) e os demais perdidos do VT, desde Caim, o 1.º Lameque, Ninrode, os perdidos de Sodoma e Gomorra, Faraó, Balaão, Absalão, Roboão, Acabe, Jezabel, Etioco Epifânio, etc. (Há pecados maiores e piores? Ver Lc 11:32.). Não vemos subdivisões para os perdidos que estão no Hades.
    3.ª) Interpretação: Cristo foi e pregou no TÁRTARO; proclamou ao subgrupo de demônios já ali presos (por terem deixado a sua própria habitação), o equivalente a “Venci! Chorai, ireis eternamente para o Lago de Fogo!” Tártaro é o local de sofrimento terrível e consciente somente daquele subgrupo de demônios, até serem lançados no Lago de Fogo para eternamente sofrerem terrível e conscientemente. Bem, é seguro que há o Tártaro e há este subgrupo de demônios que já está ali preso, ver 1Pe 3:18-20, Judas 1:6ss (“E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia;”) e 2Pe 2:4ss (“Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no TÁRTARO, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo;”).
    Portanto, É ALTAMENTE PROVÁVEL, embora não totalmente seguro e irretrucável, que a palavra “espíritos” em “pregou aos espíritos” (1Pe 3:19, acima) SE REFIRA ÀQUELE SUBGRUPO DE DEMÔNIOS, OS QUE JÁ ESTÃO NO TÁRTARO.
    Em 1Co 3:11-15 “… e O FOGO PROVARÁ QUAL SEJA A OBRA DE CADA UM. …”: a passagem se refere ao fogo dos TESTES da fé e às obras da fé e fidelidade, e não ao fogo do Hades; e se refere ao recebimento ou não, e aos tipos, das RECOMPENSAS E GALARDÕES dos salvos.
    Quanto a 2 Macabeus, nada é necessário de comentar porque simplesmente este ROLO não compõe o TANACH.
    O articulista argumentou: “O protestante não acredita no purgatório, mas a diferença é muito simples. Eles só admitem a Bíblia como fonte de revelação.” Eu contra-argumento: “Faz o protestante muito bem em só admitir a BÍBLIA como fonte de REVELAÇÃO das VERDADES dO Eterno.

    O articulista argumentou a seguinte falácia: “Os católicos têm a Bíblia e a Tradição como fonte de verdade, esta segunda encontra sua força no fato de que se uma verdade foi acreditada de modo ininterrupto desde Jesus até nossos dias, trata-se de um dogma de fé, pois o povo de Deus em sua totalidade não pode[pode sim, e equivoca-se muito] equivocar-se em matéria de fé, porque o Senhor se comprometeu com sua assistência[os líderes não dão ouvidos a esta assistência].” Trata-se aqui da famosa falácia da TRADIÇÃO, isto é, só porque um pensamento passou de uma geração para outra, tem-se que este pensamento seria verdadeiro. Ora, se isto fosse assim, o pensamento judeu que Jesus NÃO seria o MESSIAS seria verdadeiro haja vista que este pensamento passou de uma geração para outra geração de judeus até chegar nos judeus hodiernos.
    Então, aqui está a CONFISSÃO EXPRESSA, a fonte da doutrina do purgatório NÃO é a BÍBLIA e sim a citação deturpada da BIBLIA cumulada com a TRADIÇÃO. Logo, existe sim doutrina EXTRABIBLICA E ANTIBIBLICA entre os líderes católicos. Cegos, não podem ver, não é mesmo?

    O articulista argumenta: “Uma prova disso é que podemos mostrar que a partir dos primeiros Cristãos do Século I em diante, já oravam por seus mortos. Nas catacumbas dos primeiros cristãos, podem-se verificar os escritos esculpidos com muitas orações pelos falecidos.” Esta alegada prova da veracidade da doutrina do purgatório pela prova arqueológica, ao invés de provar o que se pretende, prova que após a morte do último apóstolo a APOSTASIA tomou conta dos professos cristãos e os desviou para a seita do catolicismo.
    O articulista argumenta: “O protestante acusa o católico de que não acreditar que o sacrifício de Jesus já foi suficiente para perdão de nossos pecados.”
    O articulista prossegue: “O Purgatório não é para o pagamento de pecados, mas para PURIFICAÇÃO.” Nunca li tamanha incongruência JUDAIZANTE como esta. Ora, se os pecados estão perdoados, NECESSARIAMENTE o pecador foi transformado de pecador para SANTO, ou seja, PARA PURO. Não há mais impurezas a serem purificadas.
    O articulista argumenta: “Justamente sem esse sacrifício na cruz, de nada valeria a purificação, pois eles não estariam pagos.” Aqui o articulista comete SUICÍDIO intelectual porque depõe contra o pensamento dele mesmo, dizendo que os pecados estão pagos, mas ainda o ex-devedor continua impuro mesmo depois de paga a dívida. Que absurdo!

    O articulista argumenta: “A Bíblia nos ensina que o protestante erra ao afirmar que o Purgatório invalida a sofrimento de Cristo por nós.” Que absurdo, articulista, agora, classifica a BÍBLIA de mestra de doutrinas EXTRABÍBLICAS.

    O articulista cita: Em Col 1, 24 São Paulo diz: “Agora me regozijo no que padeço por vós e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo que é a Igreja”

    Depois o articulista argumenta, usando da falácia da ÊNFASE e do falso dilema: “Ora, São Paulo cometeu heresia ao dizer “o resto das aflições de Cristo“? Ou o protestante é que comete heresia, quando contradiz a Bíblia ao dizer que não precisamos sofrer nada mais para nos apresentarmos diante de Deus? Em verdade, o protestante não contradiz a bíblia e sim o católico que deturpa o sentido das palavras de Paulo. Vejam: O sentido de Col 1:24 é bem diferente do que o articulista pretende lhe dar, isto é, Paulo quis dizer que EM VIDA e NÃO NO PURGATÓRIO: “Agora regozijo em meus sofrimentos em vosso benefício e, na minha carne, preencho o que falta das aflições do Cristo em benefício do Seu corpo, que é a assembléia.”, isto deixa claro, que PAULO tinha que sofrer as dores dele em vida para completar a missão de Cristo porque todos sabem que CRISTO nunca pregou aos GENTIOS e que PAULO foi o APÓSTOLO dos gentios, comissionado diretamente por CRISTO, em aparição, em atos.
    Eu lamento a sinceridade que vou usar, mas é necessária: Heresia é o que você faz, isto é, deturpa o sentido de Hebreus 12:3-11 e é o que os seus líderes católicos lhe implantaram na mente induzindo-o a falar tamanha blasfêmia: “Para encerrar, cito uma passagem que torna explícita a necessidade de purificação além do sacrifício de Cristo, a qual os protestantes contradizem ao dizer justamente o contrário…”
    Eu não sei como, depois da BLASFÊMIA que disse acima, tem coragem de dizer em tom de CORREGEDOR: “Estamos sob a disciplina de Deus porque somos filhos, e se nos submetemos à disciplina de nossos pais segundo a carne, porque não aceitaremos o açoite de Deus, que vem para sermos participantes de sua santidade? (Lc 12, 41-48).
    Portanto, a doutrina do purgatório é uma doutrina ANTIBÍBLICA e EXTRABIBLICA que não representa os fatos, é apenas uma INVENÇÃO de falsos mestres católicos, totalmente desvinculada da REVELAÇÃO BÍBLICA…

    José da Silva

  2. Jose,

    Deixa de lado essa mania de dizer que é porque é.

    Não é uma hipótese, é um fato, uma revelação bíblica que pode ser acompanhada através do artigo.

    Em Ap 21, 27 vc diz que não se refere ao céu.
    Então:
    “Não vi nela, porém, templo algum, porque o Senhor Deus Dominador é o seu templo, assim como o Cordeiro. ” é o que???
    “A cidade não necessita de sol nem de lua para iluminar, porque a glória de Deus a ilumina, e a sua luz é o Cordeiro.” é o que????
    É evidente…
    É bíblico!

    Em 1 Ped 19, o que interessa não é o sentido da palavra pregou, não mude o foco do assunto. O que interessa é que a Bíblia se refere a um “cárcere de espíritos”. E isso vc leu.
    É bíblico!

    Em Hb 9, 27, que vc destacou, podemos encontrar novamente o apoio bíblico da doutrina do purgatório. Ora, se estamos previamente salvos, porque precisamos passar pelo juizo???
    É bíblico!

    Sobre suas três interpretações “possíveis e imagináveis”, eu não comento, pois trata-se de opinião pessoal apenas.

    Sobre 2 Macabeus, é assunto pra outro artigo. Mas veja que eu fundamentei a doutrina do purgatório citando trechos do Novo Testamento.
    Aliás, posso citar centenas de referências que o Novo Testamento faz ao Livro de Macabeus.
    É bíblico!

    Sobre a Sagrada Tradição, mais uma vez vc deu sua opinião pessoal.
    Desta forma, não há como contestá-la.
    (a doutrina do purgatório é oriunda da Sagrada Escritura, e não da Sagrada Tradição, como vc achou)

    Não sei porque, mas o protestante possui uma capacidade de interpretação muito limitada…
    Além de confundir veneração com adoração, confundem purificação com salvação…

    Em Col 1, 24, podemos ver mais um apoio à doutrina do purgatório.
    Ora, segundo vc, nada falta das aflições de Cristo.
    Vc está em desacordo com o que diz Col 1, 24.
    A doutrina do purgatório está de acordo.
    É bíblica!

    O sentido de Hb 12, 3-11 não está de forma alguma deturpado.
    O que ele diz é justamente o que a doutrina do purgatório afirma.
    Pela morte de Jesus somos salvos, por Deus somos purificados!
    Ser salvo não necessariamente indica estar puro. Do contrário, Deus não precisaria nos corrigir.
    É bíblico!

  3. Que imaginação fértil vcs têm! Purgatório? Onde isso tá escrito na bíblia? Devemos nos purificar enquanto estamos vivos depois que morre acabou! Jesus vai julgar.

  4. Claudia,

    As referências bíblicas se encontram no texto.

    “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!” (Mc 4, 9)

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