A fragilidade da Teoria da Evolução

 Antes de tudo, é necessário dizer que nós católicos não aceitamos a teoria da Evolução porque ela leva a erros contra a fé, e também porque não condiz com a realidade dos eventos observados na natureza.

É evidente que o Universo é ordenado.
Daí, podemos supor que essa ordenação venha de um ser anterior ao Universo, pois as leis estão no Universo como uma roda está numa bicicleta: foi colocado por alguém.
E se há ordem, há um ordenador inteligente.

Também é evidente que o universo começou. Nem sempre existiu. Além disso, o Universo não é eterno, como provam o Big-bang e a lei da entropia.  Logo, por questões óbvias e inequívocas de causa-efeito, recebeu existência de outro ser. Esse ser, necessariamente tem que ser absoluto, imutável, eterno e, obviamente, não criado.

É neste ponto que podemos dizer que a existência desse ser superior pode ser provada com base na razão e na observação de leis da natureza, como as leis de causa e efeito e existência de formas perfeitas. É com base em observações científicas e da natureza que se compreende que o menos não pode causar o mais.
A observação leva a um criador, um ser superior, necessário e transcendente.

Alguns evolucionistas defendem que a dissipação de energia no Universo leva à estruturação material deste.
Ora, se há dissipação de energia no universo é porque em algum momento toda a energia encontrava-se concentrada. E de onde veio essa energia toda? Todo efeito tem que ter uma causa.

Esclarecida a questão do surgimento do universo, podemos adentrar a questão do surgimento das espécies.

Também as espécies são formas, cuja essência é imutável, enquanto que o que muda são acidentes da matéria. Tanto a imutabilidade da espécie quanto a mutabilidade dos indivíduos são mensuráveis.

O fato é que os seres são idênticos a si mesmos e este, que é o primeiro princípio metafísico do ser, o princípio de identidade, é uma verdade inegável. Negá-lo seria cair na contradição dialética. Essa identidade do ser, nos seres vivos é a espécie, que determina a forma de cada ser. Gato é gato, planta é planta, macaco é macaco, e assim por diante…

As mudanças que ocorrem nos seres, sejam meramente fenotípicas ou mais profundamente (genotípicas), são sempre acidentais, isto é, só ocorrem modificações que não alteram a forma ou essência daquela espécie.
 Especiação, ou seja, derivação de novas espécies nunca foi realmente observada e registrada na literatura.

Essa espécie, que é idêntica a si mesma, não pode ser uma coisa e outra, ao mesmo tempo e sob o mesmo aspecto. Esse é o segundo princípio, chamado de não contradição. Assim, ave nunca foi réptil, que nunca foi peixe, que nunca foi verme, que nunca foi esponja, que nunca foi planta, que nunca foi alga, que nunca foi bactéria, que nunca foi vírus, que nunca foi pedra!

Supor que do mineral possa surgir vida, vegetal, animal ou humana, é contra a lei da causa e efeito. Um organismo mais simples, como um vegetal, não pode gerar um mais complexo, como um animal, com vida e movimento.

Quanto a paleontologia e ao registro fóssil, é só verificarmos a inexistência de qualquer fóssil intermediário entre duas espécies, para concluirmos que ninguém pode fundamentar o evolucionismo neles. (Fóssil intermediário é aquele resultante de um indivíduo que não era nem um ser nem outro e que apresentaria caracteres de transição evidentes)

A coleta de dados paleontológicos mostra que os fósseis intermediários, necessários à teoria da evolução, não existem, enquanto que os fósseis semelhantes entre si são inúmeros, sendo possível agrupá-los em espécies também.

E para que cheguemos a conclusão de que devemos desconsiderar a teoria da evolução como ciência, devemos destacar que:
 
a genética mostra que as mutações são raras e normalmente deletérias e que os seres vivos são dotados, em sua maioria, de mecanismos eficientíssimos de reparo de material genético;
a bioquímica mostra que os complexos enzimáticos e as cadeias moleculares são tão intrinsecamente armadas e amarradas, a ponto de serem fortes, em se tratando de eficiência e funcionalidade, e frágeis em se tratando de suscetibilidade a alterações;
a ecologia que demonstra que as inter-relações entre seres vivos são ordenadas de modo inteligente, otimizado, econômico e inteligível ao homem.

Assim, na realidade, a teoria da Evolução fugiu à regra da observação natural e passou para o grupo da ideologia, enquanto que o criacionismo não foi nunca desabonado pelas descobertas científicas.

É por este motivo que o Evolucionismo está, aos poucos, caindo em descrédito, até nos meios acadêmicos, sobrevivendo apenas como um fantasma prestes a assombrar quem negar sua existência.

O evolucionista tem medo de fazer uma afirmação contrária à teoria.
Medo do quê? De que Deus exista e seja seu criador?

A ciência sem a argumentação é como sal sem gosto. Não serve para mais nada.

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12 Respostas

  1. Sobre o evlucionismo eu também concordo com vc de que é uma teoria fraquiíssima e nós do meio científico ás vezes achamos até motivo de risos e como a humanidade aceitou com tanta rapidez idéias que são apenas frutos da imaginação de alguns cientistas que possuem uma certa “intolerância religiosa”…
    Só acho que vc foi infeliz sobre a Lei da Entropia. Quando vc faz um estudo completo dessa lei, ela prova a lógica da criação divina e refuta a teoria da evolução….a 2ªLei da Termodinâmica escrita em termos de entropia é totalmente observável e experimentada como ela nos dá a seta do tempo, isto pe, o sentido para o qual os processos evoluem, aumentando assim o seu “grau de desordem” comprovamos que ela condiz com as escrituras pois Deus não criou o universo para o mesmo ser eterno…
    Um dos postulados do evolucionismo é de que a Energia total do universo está aumentando em um processo evolutivo, senão não teria sentido o nome evolucionismo, A Lei da entropia dá base à 1ªlei da Termodinâmica de que a energia total do universo é constante, ela se perde apenas nos processos e na bíblia diz que Deus fez as coisas prontas e acabadas. Isso é um postulado criacionista que tem seu apoio em bases científicas….

    Acho que se nós queremos invalidar de vez a teoria da evolução devemos submeter os postulados evolucionistas e os postulados criacionistas às leis da natureza que são observadas e experimentadas sendo assim irrefutáveis….

    Estão aqui quatro leis científicas que tem essas características:
    1 – Lei da Biogêneses
    2 – 1ª Lei da Termidinâmica
    3 – 2ª Lei da Termidinâmica
    4 – Lei de causa e efeito (aceita em todas as áreas da ciência)

    Se submetermos essas quatro leis irrefutáveis aos postulados evolucionistas veremos que ele se contradiz em todas elas e enquanto elas existirem(e vão) não pode haver evolução
    A evolução não é um método científico, pois a própria teoria diz que o processo de evolução foi tao lento que não pode ser observado, portando não é método científico e a sua prova é dada pela revelação da mente engenhosa de seus defensores
    O criacionismo também não é método científico pois sua prova é através da revelação da Palavra de Deus mas se submetido às 4 leis científicas sitadas acima vemos que o criacionismo concorda com todas elas…

    Deus abençoe a todos!!!!

  2. Henrique,

    Obrigado pela contribuição.

    Mas, eu não disse que a lei da entropia apóia a teoria da evolução.

  3. Nao!! vc está enganado.

    Eu não fiz referências de que em seu texto a Entropia apoia a teoria da evolução, pois eu não li nada disso no texto!!!(aliás gostei muito do texto)
    só disse que a Entropia pode ser utilizada para “descreditar” o evolucionismo, por ser uma lei da natureza irrefutável em nossa Física Moderna (obervada e experimentada) e que põe em xeque vários postulados da teoria da evolução…
    A Entropia nos dá, hoje, a “seta do tempo”, isto é, o sentido no qual os processos ocorrem dentro no universo(em termos do “grau de desordem”), do qual não podemos tirar dela a conclusão de que o universo seja eterno. Pois foi através dela que James Clerk Makswell previu a morte térmica do universo…através da diminuição gradativa da energia
    A teoria do Big-Bang,muito resumidamente, diz que todo o universo partiu de um único ponto (aglomerado), mas nada se tem no momento t=0,00000….(e mais alguns zeros) da “suposta explosão” e muito menos ela especula “o pré-big-bang” onde toda matéria e toda energia estavam acumuladas ( na verdade ela nem é uma teoria absolutamente aceita no meio científico, que ja buca outras saídas para a formação da matéria por exemplo a teoria das Super Cordas com 11 dimensões)

  4. Complementando as idéias de Weismann, em 1909 o geneticista dinamarquês Wilhelm Ludvig Johannsen demonstrou que a variabilidade dos indivíduos dentro de uma espécie é, em parte, produzida por diferenças nos genes que os indivíduos possuem e, em parte, por influência do meio. O fenótipo, ou aspecto do indivíduo, resulta da ação do genótipo, modificada por fatores ambientais. Só o genótipo, ou conjunto de genes, passa para a prole. Se o ambiente varia, o indivíduo passa a ter um fenótipo diferente, sem que o genótipo se altere. O caráter adquirido em resultado da adaptação individual não passa, portanto, à prole.
    As variações hereditárias têm origem diferente. Baseando-se em estudos feitos com uma planta, a Oenother lamarkiana, o botânico holandês Hugo de Vries elaborou em 1901 a teoria das mutações. De vez em quando, os genes sofrem modificações espontâneas, não relacionadas com a influência do ambiente, e passam a determinar novos caracteres hereditários. Essas mutaçãoes quase nunca são adaptativas; entretanto, pode acontecer, por acaso, que uma delas venha a ser útil a seu portador, num determinado ambiente. Nesse caso, tal indivíduo leva vantagem na competição com os demais e tem maior probabilidade de deixar prole numerosa, a qual herdará o gene mutado. O novo caráter vai, aos poucos, predominando, podendo mesmo vir a substituir o antigo numa população, dando início a uma variedade que pode, por um mecanismo semelhante, transformar-se numa espécie nova.
    Os citologistas do fim do século XIX tinham descrito o comportamento dos cromossomos durante a mitose e a meiose. Os fatores hereditários antagônicos não se fundem no híbrido. Se o gene que sofreu mutação determina um caráter inconveniente, não sobreviverá e sumirá. Se a mutação é benéfica, a frequência do gene correspondente aumentará sucessivamente. Outra fonte de variação hereditária é a recombinação entre os genes. O estudo da meiose e da segredação mendeliana mostrou que, ao passar de uma geração para a seguinte, os genes são, por três vezes, reagrupados. Na prófase da meiose, os cromossomos trocam pedaços e ficam, assim, com certos alelos diferentes dos que possuíam. Na metáfase, os cromossomos homólogos se separam e vão formar nos gamentas, conjuntos haplóides em que figuram cromossomos maternos e paternos em qualquer proporção. Finalmente, na fecundação, os cromossomos assim reorganizados vão-se juntar com os provenientes de um outro indivíduo. O número de genótipos diferentes que podem surgir em conseqüência da recombinação de genes pe extraordinariamente grande.
    Caracteres novos e hereditários podem surgir por mutação de um único gene, ou por mutações cromossômicas, que resultam de vários “acidentes” que os cromossomos sofrem, como perda ou duplicação de um pequeno fragmento, inversão na posição de um pedaço, ou translocação de um fragmento de um cromossomo para outro. Qualquer dessas anomalias pode provocar uma alteração nos caracteres aparentes dos organismos.
    Cada tipo de mutação ocorre com uma determinada freqüência. Calcula-se, por exemplo, que a mutação que produz a hemofilia ocorre com a freqüência de dois ou três genes em cem mil. A freqüência das mutações espontâneas foi medida para muitos genes na mosca-do-vinagre (Drosophila melanogaster) , no milho e em outras espécies.
    Em 1926, o geneticista americano Hermann Joseph Muller conseguiu, pela primeira vez, aumentar experimentalmente a freqüência das mutações na mosca-do-vianagre, submetendo-a aos raios X, trabalho que lhe valeu o Prêmio Nobel de fisiologia ou medicina em 1946. Muller demonstrou que a freqüência de todas as mutações aumentava proporcionalmente com a dose de raios X empregada. Outras radiações penetrantes produzem o mesmo efeito que os raios X, quando aplicadas em dosagens equivalentes. O gás de mostarda mostrou-se tão ativo como os raios X, na produção de mutações na mosca-do-vinagre. Outras substâncias químicas também provocam mutações, embora em menor escala. A colquicina, alcalóide extraído da planta Colchicum Autumnale, tem a propriedade de inibir a formação do fuso, durante a mitose. O calor também é um agente mutangênico: a freqüência das mutações na mosca-do-vinagre dobra ou triplica para cada 10ºC de elevação da temperatura ambiente.
    Quase todos os indivíduos de cerca de setenta espécies diferentes de mariposas da Inglaterra perderam suas cores variegadas e ficaram uniformemente negros nas zonas fabris e suas vizinhanças. A mariposa inglesa Biston Betularia, por exemplo, tem o corpo coberto por uma mescla de pintas brancas e pretas, o que faz com que ela se confunda com os liquens dos troncos das árvores em que pousa. Graças à proteção conferida por esse mimetismo, ela escapa da perseguição de seus predadores.
    Em 1850, encontrou-se perto de Manchester, um exemplar todo negro (melânico) dessa espécie, o primeiro, a ser conhecido. Desde então, a variedade negra vem sobrepujando a forma pintada, que se tornou muito rara na região de Manchester. Para explicar uma transformação tão rápida e radical na composição de uma população, formulou-se a hipótese de que, nas regiões fabris, onde as árvores ficam cobertas de fuligem, a variedade pintada torna-se mais visível que a melânica, e é mais rapidamente exterminada pelas aves. Esta hipótese veio a ser confirmada experimentalmente: soltou-se igual número de indivíduos pintados e negros na floresta limpa e verificou-se que os melânicos eram devorados pelos pássaros em muito maior número do que os pintados. Quando a mesma experiência foi realizada numa floresta coberta de fuligem, perto de uma área industrial, o resultado foi inverso.

  5. Deus acabou de criar? Não cria mais nada ou está sempre criando?

  6. Matheus,

    Muito nos são oportunos os seus comentários para a ciência deste assunto.

    Realmente, somente os cientistas malucos tecnocratas possuem imaginação o suficiente para desenvolver uma teoria irracional por si só. De repente é por isso que eles ficam malucos (ou já são por natureza)…

    Graças à sua contribuição, mais uma vez pudemos notar que a único motivo pelo qual alguém defende a idéia da Evolução sem Deus é o medo de contrariar a própria teoria.

    E, como eu disse no tópico: “Medo do quê? De que Deus exista e seja seu criador?

    Em Jesus e Maria,
    Daniel.

  7. Minha opinião é de que a Evolução não contradiz a Bíblia. Segundo o dicionário Priberam evoluir é passar por transfomações sucessivas. A Criação divina é progressiva. Na verdade, a impressão que tenho é de que ela dá as etapas da Criação. Evoluir e criar não são palavras opostas, apenas complementares. Há a teoria do inteligent design, que refuta a seleção natural. Considero que a seleção natural tenha intenção divina. Carácteres novos e hereditários podem surgir por mutação de um único gene, ou por mutações cromossômicas, que resultam de várias modificações que os cromossomos sofrem, como perda ou duplicação de um pequeno fragmento, inversão na posição de um pedaço, ou translocação de um fragmento de um cromossomo por outro. Qualquer dessas anomalias pode provocar uma alteração nos caracteres aparentes dos organismos. Cada tipo de mutação ocorre com uma determinada freqüência. Em 1926, o geneticista americano Hermann Joseph
    Muller conseguiu, pela primeira vez, aumentar experimentalmente a freqüência das mutações da mosca-do-vinagre, submetendo-a aos raios X, trabalho que lher valeu o Prêmio Nobel de fisiologia. O gás de mostarda mostrou-se tão ativo quanto os raios X na produção de mutações. O calor também é um agente mutagênico. Os 7 dias, segundo estudiosos seriam dias de perfeição já que 7 é o número da perfeição, sendo, segundo alguns, o encontro (3+4) de Deus (3, da parte na Bíblia que diz: “Santo, santo, santo, três vezes santo”) com o Cosmos (os 4 elementos). Não devemos entrepretar a Bíblia ao pé-da-letra. Gênesis, principalmente, foi um livro escrito com simbologia. Para os enteressados em Cabala, Deus não nos revelou partes irrelevantes da Criação naquele determinado momento porque não tinhamos um grau de conhecimento adequado e Deus não nos dá nada que não possamos suportar. E embora a Verdade nos liberte e libertará, um excesso de Saber quando somos
    imaturos nos é muito doloroso como disse o escritor bíblico do Eclesiastes 1:18 : “in multa sapientia multus sit maeror; et, qui addit scientiam, addit et laborem”. (Nova Vulgata). Deste modo, creio que devemos conciliar Criação e Evolução. Outro aspecto interessante é o de que no 3º versículo do 1º capítulo de Gênesis aparece a frase: וַיֹּאמֶר אֱלֹהִים, יְהִי אוֹר; וַיְהִי-אוֹר. (Et dixitque Deus: Fiat lux et facta est lux). Acredito que tal luz seja a descrição do Big-Bang pois com tal explosão veio a haver luz. A Bíblia nos cita direitinho a Evolução: Primeiro cita a Vida nas águas. Depois, na terra.
    Ao contrário do que pensam a Evolução não exclue necessariamente Deus, nem destrói ou dificulta a Fé, pelo contrário, ela reforça ainda mais. Se pensarmos logicamente, para um processo evolutivo dar certo é necessário “um monitoramento constante”. Creio que as mutações sejam de autoria divina. Para mim, é impossível e irracional Evolução sem Deus tal qual nos dita esta ideologia tecnocrata dogmática e fanática sustentada no paradigma linear e reducionista desta sociedade de consumo e desperdício desenfreados. Do mesmo modo, a Criação sem Evolução. Vivemos em uma sociedade sem nenhum senso ecológico e cristão. Esta heresia antiecológica descrita pelos cientistas tecnocratas em nome de um endeuzado progresso é repugnante. Por favor, em nome do Agnus Dei mudemos esta sociedade. Não façamos vão o suplício, o martírio, a dor no Calvário. Honremos a morte de Cristo na Cruz. Talvez agora com o Aquecimento Global as pessoas ouçam o que Deus e a Natureza,
    sua serva e amiga, há muito nos têm avisado. Muitíssimo Obrigado. Gloria Patri et Verbo et Spiritui Sancto.

  8. Matheus,

    Acredito que quando vc diz que “a Evolução não contradiz a Bíblia”, na verdade vc está se referindo aos subsídios que ela encontra para provar sua existência.

    Mas, uma vez que a Evolução deseja eliminar a validade do criacionismo através da pretensão de ser a explicação da origem do universo, ela está sim contradizendo a Bíblia.

    E, neste ponto, esta teoria está furada.

  9. Daniel,
    logo na primeira notinha do rodapé da bíblia da Paulus, 13a reimpressão – de 2000 – diz que “a narrativa da criação não é um tratado cientifico, mas um poema que contempla o universo como criatura de Deus”. Não importa se foi pela evolução ou outro meio que os cientistas curiosos ainda virão a descobrir. O importante é que o universo é criatura de Deus. A teoria da evolução torna-se absurda quando ela despreza a existência de Deus, quando os cientistas e os adeptos deixam de lado que a evolução ou o que tenha sido ocorreu por vontade de Deus. Qualquer teoria que venha a surgir será falha se quiser abolir o criacionismo, se quiser abolir que Deus quem criou tudo.
    Gosto muito do seu blog!
    PS: No segundo versículo da bíblia diz que “o Espírito de Deus pairava sobre as águas”, o que pode comprovar ligação de tantas teorias (que a ciência quer separar da religião) com a própria religião. Há quem diz que o átomo que explodiu, ou coisa do tipo, para teoria do big-bang era um átomo de hidrogênio… Olha aí! O Espírito de Deus pairava sobre as águas antes do resto existir; antes do homem e dos animais. O átomo de hidrogênio pode ter vindo da água em que o Espírito de Deus pairava…
    ; )

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