A prática homossexual agora é correta?

A Lei da homofobia cria privilégios para um pequeno grupo em detrimento da grande maioria.

O projeto de lei da homofobia, teve origem na Câmara dos Deputados, de autoria da deputada Iara Bernardes (PT/SP).
Foi aprovado numa quinta-feira, 23 de novembro de 2006, em regime de urgência, com poucos parlamentares na Casa (por que será?) e enviado ao Senado, onde tomou o nº 122/2006.

Ora, tamanha incoerência…
As leis são para todos, e não para uma minoria.

Tal [incoerente] projeto altera a legislação vigente sobre discriminação, pretendendo classificar como crime, entre outros: a discriminação de gênero, orientação sexual e identidade de gênero.

Uma patroa não poderá dispensar os serviços de uma babá lésbica, nem um empregador demitir um empregado homossexual sob penas de lei.
Se em um restaurante alguém almoçando com sua família se sentir constrangido diante de um casal homossexual se beijando ou trocando carícias, reclamar ou abandonar o restaurante por esse fato, poderá ser acusado por crime de discriminação. (rs)

Mas o pior não é isso.
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Entenda mais a ‘Sacramentum Caritatis’

Reitor do Pontifício Instituto Litúrgico comenta «Sacramentum Caritatis»
Pede que se leia em seu conjunto para evitar «reducionismos»

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 2 de março de 2007 (ZENIT.org).- A novidade da exortação apostólica pós-sinodal sobre a Eucaristia, «Sacramentum Caritatis», publicada na semana passada, consiste sobretudo em seu aprofundamento na «reforma litúrgica» que o Concílio Vaticano II empreendeu.

Assim constata nesta entrevista concedida à agência Zenit o Pe. Juan Javier Flores. Osb., presidente do Pontifício Instituto Litúrgico de Roma.

O sacerdote beneditino declara ao mesmo tempo em que consiste o chamado do Papa à coerência eucarística, lançado neste documento, assim como sua petição de utilizar o latim nas missas multinacionais.

–Que recomendações o senhor daria para ler e compreender bem a exortação do Papa?

–Padre Flores: O documento papal se divide em três partes que devem ser lidas em seu conjunto: A Eucaristia é um mistério que se deve crer (primeira parte), que se deve celebrar (segunda parte) e que se deve viver (terceira parte). Portanto, na primeira parte se trata de conhecer bem o aspecto teológico do sacramento eucarístico, a segunda centra na ação litúrgica, ou seja, na liturgia eucarística, e a terceira apresenta a vida eucarística, mistério que se deve anunciar e oferecer ao mundo.

Creio que é importante não fazer leituras redutivas, minimalistas ou parciais do documento, o qual é uma reflexão magisterial sobre o sacramento eucarístico que dá luzes novas sobre o sacramento da Eucaristia. Ele deve ser lido em sua totalidade e não retirar do contexto frases que possam nos desviar da verdadeira doutrina.

–Quais são as novidades deste documento?

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São José, patrono da Igreja

Comentário feito por Leão XIII, papa de 1878 a 1903
Quanquam pluries

S. José, santo patrono da Igreja

José era o guarda, o administrador e o defensor legítimo e natural da casa divina de que era o chefe. Exerceu esses cargos durante a sua vida mortal. Aplicou-se a proteger com um amor soberano e uma solicitude quotidiana a sua Esposa e o divino Filho; ganhou dia a dia, com o seu trabalho, o que era necessário a um e a outro, para o alimento e para o vestuário; preservou da morte o Menino ameaçado pelo ciúme de um rei…; nas dificuldades da viagem e nas amarguras do exílio, foi constantemente o companheiro, o auxílio e o sustentáculo da Virgem e de Jesus. 

     
Ora a divina casa que José governou com autoridade de pai continha as primícias da Igreja nascente. Tal como a Virgem santíssima é a mãe de Jesus, também ela é mãe de todos os cristãos que gerou no Calvário, no meio dos sofrimentos supremos do redentor; Jesus Cristo é também o primogénito dos cristãos que são seus irmãos, pela adopção e pela redenção (Rm 8,29).


Tais são as razões pelas quais o bem-aventurado patriarca S. José considera como sendo-lhe particilarmente confiada a multidão dos cristãos que compõem a Igreja, isto é, essa imensa família espalhada por toda a terra, sobre a qual ele detém como que uma autoridade paternal, uma vez que é o esposo de Maria e o pai de Jesus Cristo. É, portanto, natural e muito digno do bem-aventurado S. José que, tal como provia outrora a todas as necessidades de família de Nazaré e santamente a envolvia com a sua protecção, cubra agora com o seu patrocínio celeste a Igreja de Jesus Cristo e a defenda. 

Desvendando os enganos a respeito da Exortação “Sacramentum Caritatis”

Apesar de estar quase sem esperanças, finalmente encontro um jornalismo sincero, verdadeiro, que busca a informação e se preocupa em passá-la íntegra.

Há poucas horas, tive a oportunidade de, enquanto assistia o jornal do SBT com Carlos Nascimento e Cíntia Bellini, testemunhar o verdadeiro compromisso com o telespectador. É sabido que o jornalismo da referida emissora não é seu “carro-chefe”, mas são fatos como esse que me levam a acreditar que mais vale sinceridade e profissionalismo do que orçamentos milionários e estrelismo.

Enquanto a globo se preocupa em “jogar” a notícia, gerar polêmica, aumentar a audiência e, conseqüentemente garantir o ($$$), o SBT se preocupou em correr atrás dos fatos.

Pois bem, muita polêmica foi gerada em torno da Exortação Apostólica de Bento XVI chamada “Sacramentum Caritatis“. Eu fiz um comentário neste blog a respeito desta polêmica.

O fato gira em torno da seguinte afirmação: “Trata-se de um problema pastoral espinhoso e complexo, uma verdadeira praga no ambiente social e contemporâneo que vai, progressivamente, corroendo os próprios ambientes católicos“. (O texto na íntegra pode ser encontrado no site do Vaticano )
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Sacramentum Caritatis, polêmica criada

Conforme comunicado por mim aqui no blog, foi publicada na terça-feira a primeira Exortação Apostólica pós-sinodal assinada por Bento XVI.

Ela se chama “Sacramentum Caritatis” (Sacramento do Amor, em português) e fala exclusivamente sobre a Eucaristia. Você pode ler este texto de riquíssimo conteúdo, em português no site do Vaticano.

Mas quando eu disse que pode ler, é porque pode e DEVE ler. Principalmente se você é católico, pois trata-se de uma exortação dirigida a você.
Eu digo que pode e DEVE, porque mais uma vez, minha paciência se tornou vítima da parcialidade da Rede Globo, que simplesmente divulgou uma matéria a respeito da exortação depurpando o seu sentido. Ora, parece mais que esses jornalistas não aprenderam a pesquisar na faculdade (se é que eles passaram por lá…). Ou, talvez, tenham aprendido mais a gerar lucro ($$$) com esse tipo de polêmica.

A matéria pode ser lida em: http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2007/03/13/294908138.asp

Pois bem, fazendo a comparação entre o texto que podemos ler na íntegra no site do vaticano e os trechos que podemos ler na matéria do “globo”, podemos perceber nitidamente a intenção de apenas gerar polêmica.
E acabou que, antes de eu ler o documento, chegou ao meu ouvido que “o Papa disse que os divorciados são uma praga na sociedade“.

Como não poderia acreditar em tal distorção, pois acredito na infabilidade Papal, procurei a parte da exortação que fala sobre o assunto.
Qual não foi a minha surpresa quando lá encontrei palavras que dão um sentido totalmente contrário ao da matéria.

A frase retirada do texto pelo “globo” e colocada na matéria é:
“Ainda no documento, Bento XVI classificou como “uma verdadeira praga” o segundo casamento de pessoas já divorciadas.
‘Trata-se de um problema pastoral espinhoso e complexo, uma verdadeira praga no ambiente social e contemporâneo que vai, progressivamente, corroendo os próprios ambientes católicos’, diz o documento.”

Mas parece que se esqueceram de continuar lendo o parágrafo inteiro que continua:
“Os pastores, por amor da verdade, são obrigados a discernir bem as diferentes situações, para ajudar espiritualmente e de modo adequado os fiéis implicados.(92) O Sínodo dos Bispos confirmou a prática da Igreja, fundada na Sagrada Escritura (Mc 10, 2-12), de não admitir aos sacramentos os divorciados re-casados, porque o seu estado e condição de vida contradizem objectivamente aquela união de amor entre Cristo e a Igreja que é significada e realizada na Eucaristia. Todavia os divorciados re-casados, não obstante a sua situação, continuam a pertencer à Igreja, que os acompanha com especial solicitude na esperança de que cultivem, quanto possível, um estilo cristão de vida, através da participação na Santa Missa ainda que sem receber a comunhão, da escuta da palavra de Deus, da adoração eucarística, da oração, da cooperação na vida comunitária, do diálogo franco com um sacerdote ou um mestre de vida espiritual, da dedicação ao serviço da caridade, das obras de penitência, do empenho na educação dos filhos.” (grifo meu)

Portanto, falo aos críticos de plantão que adoram criticar a Igreja sem respaldo algum, que nem tudo o que a Rede globo fala é verdade. Que torna-se necessário antes, buscar a informação como ela é, e não como querem que você acredite que ela seja.
Isso inclui os católicos que fazem da religião uma prateleira de supermercado, onde escolhem somente a mercadoria que desejam levar.

Qualquer dia vai ter gente indo comprar Bíblia assim:
“Vou levar uma Bíblia, mas tira aquela parte que fala sobre o 6º mandamento, porque eu não concordo com ele…”

Sejamos coerentes!

Religião ou seita?

Como identificar hoje em dia, o que é uma religião e o que é uma seita?

A palavra seita vem do latim secta e singifica cortada, separada. Trata-se de um grupo religioso com uma concepção derivada dos ensinamentos de uma das principais religiões do mundo. Ou seja, uma seita é uma subdivisão de uma religião.

Apesar deste sentido ser claro, trata-se de uma difícil tarefa identificarmos uma seita, visto que jamais os membros de um grupo religioso admitem ser considerados sectários (separatistas). Comumente eles se julgam os verdadeiros e únicos fiéis e continuadores de uma religião que propõem ser verdadeira.

Podemos claramente observar que há seitas de todas as religiões. Mas não há seitas católicas. Quando surge uma seita entre os católicos, ela é logo expelida pela excomunhão.
A unidade santa da Igreja Católica é incompatível com a existência de seitas em seu seio.

A tendência para a formação de seitas é uma conseqüência da falta de coesão doutrinária e falta de unidade.
O protestantismo, por exemplo, é essencialmente sectarizante, pois o livre-exame da Bíblia gera continuamente novas divisões (no Brasil temos um exemplo disso), impedindo a unidade, e muito mais a coesão doutrinária.
Do contrário, a unidade da verdade católica obriga os grupos sectários a saírem e a constituírem religiões autônomas (a Igreja Ortodoxa é um exemplo disso).
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Sacramentum Caritatis

A primeira Exortação Apostólica de Bento XVI entitula-se Sacramentum Caritatis e fala sobre a Eucaristia.

O documento foi redigido a partir do debate que se desenvolveu durante o Sínodo “A Eucaristia: Fonte e Cume da Vida e da Missão da Igreja”.

 Segundo informações do Vaticano, o referido documento será apresentado na próxima terça-feira (13 de março), às 11:00h, em conferência a jornalistas presidida na Sala de Imprensa da Santa Sé pelo Cardeal Ângelo Scola acompanhado pelo Monsenhor Nikola Eterović, que foram relator e secretário do Sínodo citado acima, respectivamente.

 O Vaticano informou ainda, que o documento traduzido para a língua portuguesa, entre outras, estará disponível a partir das 9:00h do mesmo dia.

Estejamos atentos!