O milagre válido para a Beatificação de Frei Galvão

O milagre que foi válido para a beatificação de frei Galvão, celebrada pelo Papa João Paulo II em 1998: Trata-se da cura de uma criança de 4 anos, DANIELA CRISTINA DA SILVA, residente na Vila Brasilândia, na cidade de São Paulo, SP.Daniela, filha de Valdecir da Silva e Jacira Francisco da Silva, foi desde o nascimento, aos 9 de março de 1986, uma criança miudinha e de saúde delicada.Em maio de 1990, por causa de complicações bronco-pulmonares, foi internada e tratada com antibióticos e metoclorpramida.

Com alta hospitalar, retornou para casa, mas logo depois começou apresentar sonolência e crises convulsivas, sendo encaminhada pelo seu Pediatra para o Hospital Emílio Ribas (hoje Instituto de Infectologia Emílio Ribas) na Av. Dr.Arnaldo, 165, com suspeita de meningite ou hepatite, na noite de 24 de maio de 1990. Foi imediatamente levada para a U.T.I. ( Unidade de Terapia Intensiva) com quadro clínico instável e sinais de triste prognóstico.O diagnóstico inicial foi: coma por encefalopatia hepática conseqüência da hepatite do vírus A, insuficiência hepática grave, insuficiência renal aguda e intoxicação por causa de metoclorpramida. Houve ainda hipertensa intensa nos membros inferiores e superiores, oligúria.

Com diagnóstico de “insuficiência hepática fulminante”, sofreu ainda parada cardiorrespiratória. Evoluiu com epistaxe, sangramento gengival, hematúria, ascite, progressivo aumento da circunferência abdominal, broncopneumonia, parotidite bilateral, faringite, além de dois episódios de infecção hospitalar (Staphylococcus aureus e bacilo Gram negativo).Seu estado era tal que os médicos a deixavam em um lugar apartado dentro da sala da U.T.I. .Era caso perdido. Daniela lá permaneceu 13 dias (25 de maio a 7 de junho de 1990). No fim desse período foi quando teve a parada cardiorrespiratória e quase morreu.

Aí a cura aconteceu, rápida, indiscutível, por intercessão de Frei Galvão. Passou então para a Seção de Pediatria (2o.andar do hospital). Aos 13 de junho de 1990 foi feita uma biópsia hepática cujo resultado foi “Hepatite aguda colestática”. Embora estivesse bem, precisava permanecer ainda no hospital para se recuperar físicamente, pois tinha ficado a ‘pele e osso’, como se diz.. Finalmente a menina recebeu alta hospitalar no dia 21 de junho de 1990, “considerada curada”. Acompanhada ambulatorialmente nunca apresentou alguma recaída. Em 1995, o pediatra, que acompanha a menina desde o nascimento, atestou: “ a Menor foi examinada por mim nesta data (4 de agosto de 1995), estando a mesma em perfeitas condições de saúde física e mental”.

O mesmo Pediatra perante o Tribunal Eclesiástico afirmou a respeito da cura de Daniela “eu atribuo à intervenção divina, não só a cura da doença, mas a recuperação total dela”. A intervenção de Deus foi pedida pelos pais, parentes, amigos, vizinhos, religiosas do Mosteiro da Luz, que unidos numa só prece invocaram com muita fé a intercessão de Frei Antônio de Sant’Anna Galvão dando à menina água e as pílulas de Frei Galvão. Eram tão certos e convictos da intercessão de Frei Galvão que, ao receber alta do Hospital Emílio Ribas levaram Daniela diretamente ao túmulo de Frei Galvão no Mosteiro da Luz e algum tempo depois fizeram um encontro de oração somente para agradecer a Deus a cura da menina.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: