Quem defende o aborto, já nasceu.

Sou contra o aborto, não somente porque trata-se de um crime que significa um risco para a vida do feto, mas também porque traz sérios riscos para a vida de quem o pratica.
Infelizmente as questões que citarei no decorrer deste texto são absurdamente ignoradas pelas pessoas que defendem a descriminalização do aborto em nosso país.

As questões que seguem foram levantadas a partir de invetigações científicas desenvolvidas pelo Elliot Institute. Mais informações podem ser encontradas no site: www.afterabortion.org

O aborto é relacionado a vários problemas físicos de curto e longo prazo (além dos problemas psíquicos já enumerados aqui neste blog). As complicações imediatas podem incluir perfuração uterina, infecção, hemorragia, embolia, complicações de anestesia, convulsões, lesões no colo uterino, choque endotóxico, febre, vômitos e sensibilização de Rh. Já os problemas de longo prazo incluem infertilidade, problemas com gravidezes futuras, alguns tipos de câncer, e saúde geral mais baixa.

Mulheres jovens que, por exemplo, não tiveram a gravidez prévia completa, não responderam tão bem a tratamentos com antibióticos como mulheres mais velhas que já tinham dado à luz uma criança.

Estudos sobre a relação entre o aborto e o câncer de mama têm sido desprezados ou ignorados pela indústria do aborto e pela mídia. Mas alguns investigadores descobriram que, ao interromper o crescimento das células nos seios da mulher durante o primeiro trimestre da gravidez, o aborto aumenta o risco de contrair câncer de mama.
Dr. Joel Brind, um dos maiores especialistas na relação entre o aborto e o câncer de mama, realizou uma meta-análise de 23 estudos publicados sobre o assunto, 18 dos quais documentam uma relação entre o aborto e o câncer de mama.
Brind e seus colegas concluíram que mulheres que abortaram as suas primeiras gravidezes:
– enfrentaram um risco de 30 a 50 por cento superior de câncer de mama;
– tinham um risco de gravidez ectópica 1,5 a 1,7 vezes superior ao das mulheres que tiveram gravidez completa anterior;
– tinham quatro vezes maior probabilidade de infecção intra-uterina durante a gravidez de pelo menos 20 semanas de gestação;
– tinham um risco de hemorragia durante a gravidez subsequente superior ao que as mulheres que previamente deram à luz ou que estavam na sua primeira gravidez;
– tinham dores do parto mais intensas do que as mulheres que previamente levaram a gravidez a termo;
– tinham maior probabilidade de sofrer de retenção de placenta durante o parto ou hemorragia pós -parto do que mulheres que deram à luz.

Estatísticas disponíveis sugerem que cerca de 10 mulheres morrem todos os anos de gravides ectópica relacionada ao aborto.

Assim como citado em outro texto deste blog, que trata de questões psicológicas relacionadas ao aborto, Nancyjo Mann, fundadora dae Womem Exploited by Abortion (WEBA, Mulheres Exploradas pelo Aborto), afirma depois de seu aborto que ‘o aborto deixa a mulher com sentimentos de raiva de si própria, isolamento e arrependimento’.

A comprovação deste caos emocional provém de mais um estudo do Elliot Institute que demonstra que as mulheres que abortaram tinha cinco vezes mais apetência ao abuso de drogas e álcool do que mulheres que levaram a sua gravidez a termo.
De acordo com Dr. Philip Ney, investigador destes assuntos: ‘Se não conseguem obter legalmente, com receita médica, fármacos usados no tratamento de alterações de humor, muitas dessas mulheres recorrem ao álcool ou a drogas ilegais como forma de apagar sentimentos indesejados sobre seus abortos passados’.

O abuso de drogas e álcool também deixa as mulheres sob um maior risco, não só de violência, como de outras atividades de auto-destruição, como a promiscuidade (que pode, inclusive, levar a abortos repetidos, doenças sexualmente transmissíveis).

A mulheres após o aborto têm, também, maior probabilidade de usarem drogas ou álcool durante uma futura gravidez, o que foi relacionado com danos cerebrais dos filhos, partos prematuros, abortos espontâneos e muitos outros problemas.
Ou seja, o filho desejado em uma gravidez subsequente pode sofrer com esta decisão também.

As mulheres que abortaram têm maior probabilidade de fumar do que as mulheres que dão à luz por causa de sentimentos negativos em relação ao aborto, ou se sentirem que não tiveram controle sobre a decisão de abortar.
Isto é uma importante descoberta de Womem Exploited by Abortion através de um estudo com 252 mulheres que tinham abortado. Mais de 50% delas afirmaram que se sentiram “forçadas” a abortar por outros ou pelas circunstâncias.

Um estudo do Elliot Institute de mulheres da Califórnia que abortaram ou deram à luz no últimos 6 meses concluiu que as que abortaram tinham problemas de saúde mental significativamente superiores aos das mulheres que levaram suas gravidezes a termo.

Enfim, existem uma série de outros estudos no site do Elliot Institute, citado acima.
Certamente, trata-se de um aprendizado com um país que já legalizou o aborto a relativamente bastante tempo…
Imagine o cenário de nosso país caso isso realmente aconteça aqui… Imagine a ajuda que o governo daria à mulher que aborta, como citei em outro texto aqui do blog…

Toda mulher têm direito à informação antes de dar consentimento ao crime do aborto.
Por estes e por outros motivos é que cai por terra a afirmação dos defensores do aborto de que o homem não pode ser contra o aborto porque isso não diz respeito a ele.
Mas, apesar de tudo citado neste texto não dizer respeito a mim, em defesa da vida da criança e em defesa da saúde da mulher, eu sou CONTRA O CRIME DO ABORTO.

O título do texto demonstra tamanha posição egoísta dos defensores do aborto.

Mas, o mais surpreendente disso tudo é, tendo ciência destes estudos, escutar o Ministro da não Saúde afirmar que a legalização do crime do aborto é uma questão de saúde pública…

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