[OFF] O canibalismo e a idolatria

As primeiras gerações de cristãos sofriam, com frequência, sérias acusações de canibalismo por parte dos pagãos. Isto era consequência do olhar deformado de uma má compreensão.
Os pagãos sabiam que ser cristão era participar de alguns ritos estranhos e secretos. Esta imaginação pagã pode ser facilmente compreendida pois na Igreja primitiva, só os batizados tinham permissão de participar dos sacramentos e os cristãos eram desencorajados até mesmo de conversar com não-cristãos a respeito destes mistérios fundamentais.
Então, a eucaristia, refeição sacramental em que os cristãos consomem o corpo e sangue de Jesus (1 Cor 11, 23-25) era vista como canibalismo…

Por mais primitiva que seja a interpretação e a acusação pagã quanto ao canibalismo, por incrível que pareça, eu, cristão, vinte séculos mais tarde, na era da informação fácil e rápida, herdeiro direto da tradição apostólica que contempla os costumes e os sacramentos citados no parágrafo acima, ainda sofro acusações de cunho preconceituoso por consequência de uma visão deturpada causada também pelo desconhecimento, mas agora sobre a idolatria. Estas acusações podem ser lidas aqui mesmo no blog, em comentários feitos pelos irmãos protestantes, que infelizmente não se abriram ainda para a compreensão destes mistérios.

Muitos comentários são consequência da falta de conhecimento. Ora, não estamos vivendo na idade média, qualquer irmão protestante que queira tentar compreender o porquê antes de acusar e perseguir, converse antes de ofender.

A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo.
O amor de Maria Santíssima.

O mundo foi criado em 6 dias de 24 horas?

Caso positivo, como seria possível que já houvesse luz, dia e noite, antes da criação do sol?

Esta questão causa, em muitas pessoas, diversas dúvidas que parecem decisivas contra a autoridade dos livros sagrados. Mas na verdade, trata-se apenas de um problema mal formulado.

A dificuldade surgida no caso se resolve mediante a observação de que embora a Bíblia seja um livro divino, foi redigida por autores humanos. E Deus se dignou a utilizar as faculdades intelectuais dos autores (chamados hagiógrafos).
Portanto, a Sagrada Escritura foi composta conforme as regras usuais no período desde o século XIII a.C. (Moisés) até o século I d.C. (São João Evangelista).

Torna-se evidente, desta forma, que não se pode perceber o significado autêntico das páginas sagradas sem se aplicarem ao texto estudado os critérios de interpretação usuais na análise de qualquer documento da literatura humana. Dentre os critérios estão: a mentalidade do autor, a época em que escreveu, a verificação das fontes que usou, o círculo de leitores que teve como objetivo etc.
A exegese bíblica não dispensa esses recursos usuais de qualquer exame literário. Portanto, não basta simplesmente a piedade para se entender a Bíblia, mas requer-se um pouco de cultura humana.

Tendo em vista estas premissas, avançemos à questão da criação do mundo.
Verificamos logo que a Bíblia em diversas passagens apresenta a narrativa da criação:
– Gn 1,1-2,4a; 2, 4b-3,24;
– Pr 8,25-31;
– Jó 38, 4-35;
– Sl 103
Contudo, em um só trecho, isto é, em Gn 1,1-2,4a, descreve a ação de deus dentro do esquema de “seis dias de trabalho e um de repouso”, designado pelo termo <<hexaémeron>> (do grego, hex=seis; heméra=dia) que toca a essa passagem.

Ora, isto já chama a atenção do crítico, pois significa que o trecho  de Gn 1,1-2,4a é um bloco literário independente das passagens que tratam do mesmo assunto. Demonstra, justamente, obedecer a regras de estilo e finalidade próprias.
Portanto, para averiguar se a Bíblia realmente ensina a criação do mundo em seis dias, é necessário aplicarmos nossa atenção à análise do <<hexaémeron>> para depois formular a sua genuína interpretação.

Apenas para destacar: ao escrever “genuína interpretação”, me refiro às falhas derivadas de interpretações que dão como doutrina da Bíblia os dizeres de Gn 1,1-2,4a sem levarem em conta os textos bíblicos paralelos referentes à criação do mundo nem as regras de estilo esquemático e simbolista do <<hexaémeron>>.

Pois bem, quatro pontos merecem destaque para chegarmos à conclusão de que o trecho de Gn 1,1-2,4a foi redigido dentro das regras do estilo de narrativa <<hexaémeron>>. São eles:

) O Criador não é descrito antropomorficamente, como um Jardineiro, um Cirurgião, um Arquiteto, ou um Alfaiate, diferente da passagem posterior: Gn 2, 7.8.21; 3,21.
O autor dá a entender que, unicamente pela expressão de sua vontade ou pela sua Palavra, o Senhor Deus comunica existência a todos os seres. Tais características manifestam uma fase bem amadurecida da mentalidade de Israel.

) Toda a narrativa se dispõe dentro dos moldes de “sete dias”, que parecem corresponder a sete estrofes de um poema. Essas estrofes, exceto apenas a sétima, repetem com certa variabilidade os sete seguintes elementos:

– ordem do Criador: “Disse Deus: Faça-se…
– cumprimento da ordem: “e fez-se assim
– descrição da ordem: “e Deus fez o firmamento … dois luzeiros … E a terra produziu erva
– aprovação da obra: “Deus viu que era bom
– imposição do nome: “Deus chamou a luz de Dia… o firmamento de céu… o seco terra…
– bênção divina
– indicação do dia: “Houve uma tarde e uma manhã; foi o 1º, 2º, 3º dia…

) O simbolismo dos números ou o emprego místico e artificioso de certos trechos domina todo o texto do <<hexaémeron>>.

Sabemos que para os antepassados, os números muitas vezes não representavam quantidades, mas qualidades. Os números que gozavam de maior estimação eram 3, 4, 7(=3+4), 12(=3×4) e 10. Cada um deles exprimia seu modo de perfeição.

Eis como o emprego artificioso dos números de manifesta no <<hexaémeron>>:
A distribuição de toda a narrativa em 6+1 dias significa que uma obra foi iniciada(=6) e, por fim, consumada(+1). O hagiógrafo pôs em relevo o número 7 para inculcar que a obra havia sido implementada de forma perfeita, coisa que nem sempre acontece nos empreendimentos humanos.

O esquema 6+1 pode ser observado também em Jó 5,19 e Pr 6,16.

Além disto, os números citados anteriormente são, no <<hexaémeron>>, empregados e realçados de maneira que bem se mostra intencional:
1 – um só Criador: Deus (da unidade procede a multiplicidade).
2 – os pares “céu e terra”, “informe e vazia”, “luz e trevas”, “tarde e manhã”, “terra e água”, “águas inferiores e águas superiores”, “luzeiro maior e luzeiro menor”.
3 – três regiões: céu, água e terra;
    três espécies de plantas: ervas, cereais e árvores frutíferas;
    três espécies de animais aquáticos: montros marinhos, peixes, voláteis (estes eram julgados habitar entre as águas inferiores e as superiores);
    três espécies de animais terrestres: domésticos, répteis e selvagens;
    três categorias de astros: sol, lua e estrelas, com um conjunto de três funções;
    três imposições de nome 1,5.8.10
    três bênçãos: 1, 22.28; 2,3.
6 – seis dias de trabalho.
7 – sete dias em toda a narrativa;
    sete aprovações;
    sete vezes “assim se fez”;
    sete fórmulas que se repetem em toda a narrativa.
10 – dez vezes “Deus disse…”.
12 – doze são as ações atribuídas a Deus em toda a obra da criação: criar, pairar, dizer, ver, separar, nomear, fazer, colocar, abençoar, consumar, repousar-se, santificar.
     doze vezes é mencionada a água (elemento importantíssimo em Gn 1)

) Confirmamos a composição do estilo <<hexaémeron>> em Gn 1 caso comparemo-lo com os outros trechos que também narram a criação do mundo. Embora também eles citem os mesmos elementos mencionados pelo <<heraémeron>> (caos inicial, estrelas, águas e terra, animais irracionais e homem), de modo nenhum referem o esquema de seis dias e a ordem de aparecimento das criaturas que ocorrem em Gn 1.
Ora, se esse esquema e essa ordem fossem realmente históricos, é de pressupor que os outros textos os apresentassem, ou ao menos insinuassem.
Conclui-se, pois, que a moldura dos seis dias e a sucessão de obras que eles se enquadram, são mero artifício do autor do <<hexaémeron>>.

Eureca!
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Lutero e sua devoção Mariana

Lutero era completamente devotado a Nossa Senhora, e crente em todas as doutrinas tradicionais marianas.
Veremos, por meio de fontes escritas pelo próprio Lutero, o que os fatos históricos nos revelam:

Deus não recebeu sua divindade de Maria; todavia, não segue que seja conseqüentemente errado afirmar que Deus foi carregado por Maria, que Deus é filho de Maria, e que Maria é a Mãe de Deus. Ela é a Mãe verdadeira de Deus, a portadora de Deus. Maria amamentou o próprio Deus; ele foi embalado para dormir por ela, foi alimentado por ela, etc. Para o Deus e para o Homem, uma só pessoa, um só filho, um só Jesus, e não dois Cristos. Assim como o seu filho não são dois filhos… Mesmo que tenha duas naturezas.” (Martinho Lutero, “Nos Conselhos e na Igreja”, em 1539)

É uma opinião doce e piedosa que a infusão da alma de Maria ocorreu sem o pecado original; de modo que, ao infundir a sua alma imune ao pecado original, foi adornada com presentes de Deus, recebendo uma alma pura, infusa por Deus; assim, desde o primeiro momento em que começou a viver ela esteve livre de todo o pecado.” (Sermão: “No dia da concepção da Mãe de Deus,” Dezembro [?] 1527, de Hartmann Grisar, S.J. Luther, da tradução da versão do alemão para o inglês por E.M. Lamond, editado por Luiggi Coppadelta, Londres: Kegan Paul, trincheira, Trubner, primeira edição, 1915, Vol. IV [ de 6 ], p. 238; revisado por Werke alemão, Erlangen, 1826-1868, editado por J.G. Plochmann e J.A. Irmischer, editado por L. Enders, Francoforte, 1862 ff., 67 volumes; citação 15 2 , p. 58)

É cheia de graça, proclamada para ser inteiramente sem pecado, algo tremendamente grande. Para que fosse cheia pela graça de Deus com tudo de bom e para fazê-la vitoriosa sobre o diabo.” (Martinho Lutero, Livro Pessoal de Oração, 1522)

A veneração de Maria está inscrita no mais profundo do coração humano.” (Martinho Lutero, Sermão em 1º de setembro de 1522.)

É a consolação e a bondade superabundante de Deus, o homem pode exultar por tal tesouro: Maria é sua verdadeira mãe, Jesus é seu irmão, Deus é seu Pai.” (Martinho Lutero, Sermão de Natal de 1522.)

Maria é a Mãe de Jesus e a Mãe de todos nós, embora fosse só Cristo quem repousou no colo dela… Se ele é nosso, deveríamos estar na situação dele; lá onde ele está, nós também devemos estar e tudo aquilo que ele tem deveria ser nosso. Portanto, a mãe dele também é nossa mãe..” (Martinho Lutero, Sermão de Natal de 1529.)

Uma coisa é certa: a rejeição dos protestantes à Maria não vem de Lutero, é “coisa nova”.

Não bastaram as heresias de Lutero, por isto os protestantes, como “bons” seguidores de seu líder Lutero, entre outros, criaram suas próprias heresias!
 

Lutero, por Lutero

Martinho Lutero é considerado o pai da revolta protestante, que deu origem às igrejas Luterana, Anglicana, Batista, Metodista, Adventista etc.

E o que eu teria a dizer sobre este homem?
Deixemos que ele fale por ele mesmo:

Que mal pode haver se um homem diz uma boa e grossa mentira
 por uma causa meritória e para o bem da Igreja (luterana)?

Martinho Lutero

Eu estou, da manhã à noite, desocupado e bêbado. Você me pergunta por que eu bebo tanto, por que eu falo tão galhardamente e por que eu como tão freqüentemente? É para pregar uma peça ao diabo que se pôs a me atormentar”. É bebendo, comendo, rindo, nessa situação, e cada vez mais, e até mesmo cometendo algum pecado, à guisa de desafio e desprezo por Satanás, procurando tirar os pensamentos sugeridos pelo diabo com o auxílio de outros pensamentos, como, por exemplo, pensando numa linda moça, na avareza ou na embriaguês, caso contrário ficarei muito raivoso.” (Lutero).
(Marie Carré, J’ai choisi l’unité – D.P.F., 1973, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi, Daniel Raffard de Brienne 1983).

Eu tive até três esposas ao mesmo tempo.” (Lutero).
(Dois meses após ter dito isto, Lutero se casa com uma quarta mulher, uma freira).
(Guy Le Rumeur, La révolte des hommes et l’heure de Marie 1981, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne 1983).

Se nós condenamos os ladrões à fôrca, os assaltantes ao cadafalso, os hereges à fogueira, por que não recorremos, com todas as nossas armas, contra esses doutores da perdição, esses cardeais, esses papas, toda essa seqüela da Sodoma romana, que não para de corromper a Igreja de Deus? Por que não lavamos nossas mãos no seu sangue?” (Lutero).
(Hartmann Grisar, Martin Luther – La vie et son oeuvre – 2ª ed. – Ed. P . Lethielleuz – Paris -1931).

Certamente Deus é grande e poderoso, e bom e misericordioso, e tudo quanto se pode imaginar nesse sentido, mas é estúpido” (Lutero).
(Id. Propos de Tables – no. 963, ed. De Weimar, I , 487).

Cristo cometeu adultério pela primeira vez, com a mulher da fonte, de que nos fala S. João. Não se murmurava em torno dele: «Que fêz, então com ela?» Depois com Madalena, depois com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer” (Lutero).
(Funk Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi – 1956 – R.J.- Propos de Tables – no. 1472, ed. De Weimar II.107).

[Com profunda dor na alma, transcrevo estas palavras ultrajantes , inomináveis e sacrílegas à Nosso Senhor Jesus Cristo.
Somente Nosso Senhor sabe quem o ofendeu mais: se foi Lutero, ou se foi quem o elogiou depois…
]

Curioso, hein, Lutero?
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Cidadãos do Vaticano

Passaporte do Vaticano não é herdado…
São 557 seus cidadãos

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 7 de maio de 2007 (ZENIT.org).- Quantos habitantes a Cidade do Vaticano tem? As estatísticas do Vaticano de 2005 respondem esta pergunta.

Até 31 de dezembro de 2005, as pessoas que possuíam cidadania eram 557, das quais 58 eram cardeais, 293 eclesiásticos membros das representações pontíficas (em sua maioria núncios apostólicos que moram no Vaticano), outros 62 eclesiásticos, 101 componentes do Corpo da Guarda Suíça Pontifícia e 43 leigos que trabalham no Vaticano.

Ao contrário dos demais dos países, a cidadania do Vaticano não se herda dos pais com o nascimento nem se adquire nascendo na Cidade do Vaticano (que de fato não tem um hospital com maternidade).

Baseia-se no critério de residência estável na Cidade do Vaticano, ou seja, depende do desempenho de funções determinadas ao serviço da Santa Sé.

As pessoas autorizadas a residir na Cidade do Vaticano conservando a própria cidadania de origem, na data acima indicada, eram 246.

Dado que o Vaticano é muito pequeno, a grande maioria de seus empregados vive fora de suas muralhas. Nesse período, as pessoas que residiam em casas da Cidade do Vaticano, mas fora dela eram 3.100, um dado que corresponde aproximadamente aos empregados e aposentados da Cidade do Vaticano e da Santa Sé.

Carnaval: quem estipula o dia?

Já parou pra pensar nisso?
Já parou pra pensar que os feriados que temos ao longo do ano, sempre caem em dias de semana diferentes à medida que mudamos de ano, mas o carnaval sempre cai em uma terça-feira e a quarta-feira de cinzas sempre cai em uma quarta-feira (rs)?

Seria alguma jogada comercial do governo? Do próprio comércio? Quem estaria por trás disso?
Já me deparei com afirmações do tipo: “É mais um feriado comercial” ou “Esse é o país do feriado!”. E até mesmo: “Assim o povo se esquece da corrupção!”.

Hoje, o que mais escuto é: “Sete dias é pouco, tinha que ser duas semanas”
Daí, me vem a seguinte reflexão: Será que as pessoas realmente conhecem o significado do carnaval?

Não vou me ater à etimologia da palavra, porque hoje cada vez mais pessoas desejam distorcê-la, surgindo diversas explicações de diferentes historiadores. E como não vou falar de história, mas de espiritualidade, a etimologia não me serve de nada, neste sentido.
Sim, isso mesmo: espiritualidade. Apesar de haver muita gente ganhando dinheiro com Carnaval (empresas de turismo, cerveja, hotéis), este é um feriado espiritual, e não comercial.

Pois bem, vamos à pergunta inicial. Quem estipula o dia?
O dia do carnaval é estipulado dependendo do dia da Páscoa. Daí você deve ter pensado: “Mas como um feriado religioso pode influenciar na definição de um feriado profano?”.
Bem, como eu disse anteriormente, profano porque, pra muitos, perdeu o sentido. Mas quem sabe o sentido do carnaval, ou ainda se lembra dele, sabe que o carnaval remonta e prepara o sentido da Páscoa.

Bem, agora você já sabe que para descobrirmos o dia do carnaval precisamos saber o dia da Páscoa. Mas como saber o dia da Páscoa?
O dia da Páscoa é comemorado sempre no domingo que segue a lua cheia depois do equinócio de outono no hemisfério sul (ou o equinócio de primavera no hemisfério norte).

Esse cálculo é feito porque o calendário judeu é baseado na Lua, e dessa forma, no calendário cristão conseguimos comemorar a Páscoa exatamente no dia em que ela ocorre.
Definido o dia da Páscoa, basta contarmos quarenta e sete dias antes (tempo da Quaresma + Semana Santa) e saberemos o dia de carnaval.
Tudo isto porque as coisas acontecem da seguinte forma:
Carnaval (terça-feira), Quaresma (40 dias entre quarta-feira de cinzas e domingo de Ramos), Semana Santa (7 dias entre o domingo de Ramos e o domingo de Páscoa).

Portanto, o carnaval é um importante dia constante no calendário cristão. Dá início a um tempo de profunda reflexão, conversão e penitência.

Seja um cristão consciente e responsável, e através do seu testemunho, mostre a todos o sentido do carnaval!
Se você for fazer um jejum de carne durante a Quaresma, faça deste dia um Festival de carne, e não um Festival da carne.
Paz e bem!