Quanto vale a palavra do médico?

O CREMERJ, através de um anúncio que chegou em minha residência através da televisão, me lançou a seguinte pergunta: “Quanto vale o médico?”. É de se pressupor que uma resposta é esperada.
Divulgo aqui meu comentário em forma de lembrete aos médicos que possam ter idealizado esta campanha, ou até mesmo àqueles que simplesmente apóiam-na.

Devo lembrar, Sr. médico, que quando do momento embrionário de sua profissão, no contexto de sua formatura acadêmica, o Sr. proferiu as seguintes palavras:

Eu juro, por Apolo, médico, por Esculápio, Higia e Panacéia, e tomo por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumprir, segundo meu poder e minha razão, a promessa que se segue: estimar, tanto quanto a meus pais, aquele que me ensinou esta arte; fazer vida comum e, se necessário for, com ele partilhar meus bens; ter seus filhos por meus próprios irmãos; ensinar-lhes esta arte, se eles tiverem necessidade de aprendê-la, sem remuneração e nem compromisso escrito; fazer participar dos preceitos, das lições e de todo o resto do ensino, meus filhos, os de meu mestre e os discípulos inscritos segundo os regulamentos da profissão, porém, só a estes.
Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva.

Conservarei imaculada minha vida e minha arte.

Não praticarei a talha, mesmo sobre um calculoso confirmado; deixarei essa operação aos práticos que disso cuidam.

Em toda a casa, aí entrarei para o bem dos doentes, mantendo-me longe de todo o dano voluntário e de toda a sedução sobretudo longe dos prazeres do amor, com as mulheres ou com os homens livres ou escravizados.

Àquilo que no exercício ou fora do exercício da profissão e no convívio da sociedade, eu tiver visto ou ouvido, que não seja preciso divulgar, eu conservarei inteiramente secreto.

Se eu cumprir este juramento com fidelidade, que me seja dado gozar felizmente da vida e da minha profissão, honrado para sempre entre os homens; se eu dele me afastar ou infringir, o contrário aconteça.” (Hipócrates – 460 a.C.)

[o destaque para as partes em negrito me foi oportuno para o desenvolvimento do raciocínio deste comentário]

Ao longo de toda a história da humanidade, a personalidade de uma pessoa sempre pôde ser observada através de sua capacidade de ser fiel à sua palavra, e até o momento da redação deste comentário, este conceito ainda permanece o mesmo.

Mas, infelizmente, existem muitos médicos infringindo este juramento, através do apoio a crimes contra a vida humana.

Partindo desta premissa, gostaria que o CREMERJ observasse bem as palavras do juramento, e me respondesse a seguinte pergunta: ‘Quanto vale a palavra do médico?’.

Tratando-se de um juramento, CREMERJ, é altamente compreensível que a situação do médico esteja consequentemente como prevista em: “se eu dele me afastar ou infrigir, o contrário aconteça“.

Adjunto ao meu comentário segue o apelo: Médico, honre sua palavra, diga NÃO aos atentados contra a vida humana. Diga NÃO ao crime do aborto, diga NÃO à eutanásia, diga NÃO às pesquisas com células-tronco embrionárias. Aí sim, você estará honrando a sua palavra, elevando seu valor, cumprindo seu juramento e, então, poderá “gozar felizmente da vida e da sua profissão, honrado para sempre entre os homens“.

Com a devida honra aos médicos de palavra, fiéis a este juramento,
Daniel.

O que o STF vai dizer ao Vinícius?

Por: Silvio Medeiros

Essa é a pergunta que fica se nossos ministros decidirem que a destruição de embriões humanos é licita em nome da ciência. Não só o STF, mas a grande imprensa, as clínicas de fertilização (ansiosos para dar um fim aos seus onerosos embriões), os cadeirantes que se jogaram no chão no momento da votação, todos deverão prestar contas ao pequeno Vinícius, este menininho que antes de ir parar no útero de sua mãe passou oito anos congelado num tanque de nitrogênio líquido [1].Até agora ele é o brasileiro que mais tempo passou congelado para poder finalmente ver a luz do sol. E é cada dia maior a legião de crianças que se ajuntam a ele e a Laina Beasley, norte americana, nascida em 2005 e congelada por 13 anos [2], e que criam uma interrogação irrespondível nas nossas legislações que permitem a destruição dessas vidas humanas no seu primeiro estágio para pesquisa.

 Sim, eles merecerão explicações. Foram chamados de inviáveis, descartáveis [3], amontoado de células [4], coisas e não pessoas (talvez um bem de consumo?) [5], mas estão aí. Tudo porque estavam há mais de 3 anos congelados numa clínica que não pediram para ir, e por isso mesmo negociados numa corte que opinou democraticamente se poderiam ser destruídos num laboratório. Merecerão boas explicações pelo que fizeram mesmo sendo possível criar células-tronco embrionária sem necessidade de se destruir embrião algum [6].A justificativa de que eram “pré-embriões” (embriões não implantados), não vai adiantar pois um ser humano pode até ser privado de um ambiente favorável para seu desenvolvimento e ainda assim continuar humano.

A justificativa de que ainda não haviam passado pela fase de nidação também nada pode resolver pois um ser humano não perde sua identidade quando impedido de se alimentar. A justificativa de que ainda não detinham células do tecido nervoso também será insuficiente quando entenderem que o sistema nervoso humano só se completa anos depois do nascimento, e que nem por isso eliminamos nossos bebês recém-nascidos.

 Todos temos direito a viver com dignidade, mas quem ousará definir do que é feita essa tal dignidade? O ministro Celso Mello defende a destruição de embriões humanos visando a possibilidade de uma vida digna para os que sofrem de doenças hoje incuráveis [7]. Mas caro ministro, desde quando limitação física reduz a dignidade humana? Desde quando o grau de drama de uma pessoa é critério ético para acabar com uma vida alheia?O ministro relator, Carlos Britto, atrelou ainda a cura da limitação neurológica do filho de Diogo Mainardi às pesquisas com embriões humanos [8]. É claro que absolutamente todos queremos essa cura, mas quereríamos a custa da vida de um Vinícius, de uma Laina, de qualquer um? Pode-se pensar: não estaríamos matando ninguém pois eles ainda não existiam. Talvez não a olho nu, mas num microscópio veríamos todos eles muito bem.

Cada um com um sexo, com uma cor de olhos e de cabelos, impressões digitais, tom de voz, tudo traçado em seus irrepetíveis DNAs. Se disséssemos um “oi” para o Vinícius, não seria para Laina. Se ainda acompanhássemos sua gestação, não nasceria nenhum outro do que aquele que vimos anteriormente com apenas 100 células. Poderia até ter outro nome, mas seria o mesmo. Somos porque fomos preservados desde o início.De minha parte direi para o Vinícius se a extração de células-tronco embrionárias forem aprovadas pelo STF, que apesar do país em que vive afirmar que sua vida em um dado momento foi descartável, manipulável, violável, mesmo assim, ele possui um valor incalculável desde sempre, uma dignidade inalienável, intrínseca pelo fato de pertencer a raça humana; que apesar de ter sido relativizado por uma ética pragmática, não poderá jamais ser menor do que aquilo que realmente é: um ser humano pleno, completo, merecedor de todo respeito; que apesar de muitos cientistas terem o perdido como experimento, numerosos são aqueles que ganham com sua vida.

Direi enfim, que existem leis que estão acima das nossas porque existem antes de nós, e que nos ensinam a não matar para salvar porque no fim, somos todos iguais.

Fonte: Blog do Prof. Felipe Aquino

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[1] disponível em:

<http://www.bomdiabauru.com.br/index.asp?jbd=3&id=241&mat=97120>
 
[2] disponível em:

<http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article540837.ece>
 
[3] disponível em:

http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=84389
 
[4] disponível em:

<http://www2.oabsp.org.br/asp/jornal/materias.asp?edicao=86&pagina=2112&tds=7&sub=0&sub2=0&pgNovo=67>
 
[5] disponível em:

 <http://www.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0603200803.htm>
 
[6] disponível em:

 <http://noticias.uol.com.br/ultnot/2005/08/22/ult27u50831.jhtm>
 
[7] disponível em:

http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=84385
 
[8] disponível em:

http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=84390

Quem defende o aborto, já nasceu.

Sou contra o aborto, não somente porque trata-se de um crime que significa um risco para a vida do feto, mas também porque traz sérios riscos para a vida de quem o pratica.
Infelizmente as questões que citarei no decorrer deste texto são absurdamente ignoradas pelas pessoas que defendem a descriminalização do aborto em nosso país.

As questões que seguem foram levantadas a partir de invetigações científicas desenvolvidas pelo Elliot Institute. Mais informações podem ser encontradas no site: www.afterabortion.org
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Por que toda mulher deve dizer NÃO ao aborto?

Por questões morais e éticas, declaro-me expressamente ser contra o crime do aborto.

Em outra oportunidade, estive falando sobre o assunto aqui neste espaço: https://catecumenato.wordpress.com/2007/07/03/diminuicao-da-mortalidade-materna-nao-depende-da-legalizacao-do-aborto/

 E, desta vez, trago mais uma questão que, por algum motivo obscuro, deixou de ser observada pelas pessoas que apresentam a questão do aborto como uma solução, principalmente por militantes da esfera da saúde de nosso país.

 Em uma intervanção encaminhada ao Portal ZENIT, os especialistas professor Tonino Cantelmi – psiquiatra e psicoterapeuta – e Cristina Carace – psicóloga clínica –, advertem de que cada vez se está evidenciando mais a repercussão do aborto na aparição de transtornos psicológicos.

Os efeitos psicológicos do aborto «são extremamente variados e não parecem estar determinados pela educação recebida ou pelo credo religioso», apontam.

«A reação psicológica ao aborto espontâneo e ao aborto involuntário é diferente»; está relacionada – esclarecem – com as características de cada um desses dois sucessos: «o aborto espontâneo é um evento imprevisto e involuntário, enquanto o IVE [aborto provocado interrompendo o desenvolvimento do embrião ou do feto e extraindo-o do útero materno] contempla a responsabilidade consciente da mãe.»

Decisão irreversível em plena vulnerabilidade de mãe e filho
«A gravidez é um momento extremamente delicado na vida de uma mulher», caracterizado «por uma vivência na mulher de uma série de mudanças não só físicas, mas sobretudo psicológicas», recordam Cantelmi e Carace.

«Converter-se em mãe pressupõe uma adequação da própria identidade no passo do papel de filha ao de mãe», um processo que «começa com a concepção» e que tem muitos momentos de «gratificação e entusiasmo», mas «inevitavelmente, também de sentimentos de angústia».

Em conjunto, na futura mãe isso indica «maior necessidade de segurança e de afeto para poder trabalhar a ansiedade que acompanha este processo transformador que leva a mulher a abandonar uma condição conhecida para enfrentar outra completamente nova», apontam os especialistas.

Também do anterior se deduz o impacto e a crise que pode representar na vida de uma mulher descobrir que se espera um filho «quando isso acontece em condições pouco favoráveis», acrescentam psiquiatra e psicóloga.

«O vínculo mãe-feto começa imediatamente depois da concepção, também nas mulheres que projetam abortar – afirmam –, enquanto os processos psicológicos substantivos a esta relação precoce são inconscientes e vão além do controle consciente da mãe.»

Assim, «uma mulher, frente à escolha de levar a cabo ou não a gravidez, vive sentimentos ambivalentes e extremamente dolorosos, que a deixam muito vulnerável a qualquer influência, tanto interna como externa», sublinham.

«A fragilidade psicológica na qual se encontra, de fato, a leva a ter menos confiança naquilo que pensa e na capacidade de conseguir tomar a decisão adequada; por isso se verificam com muita freqüência – constatam –, situações nas quais pais, companheiros, amigos, pessoal da saúde ou outras figuras significativas podem ter uma grandiosa influência na decisão final.»

Assim, «pensando que abortar pode ajudá-la a sentir-se melhor» ou pode contribuir «para voltar a colocar as coisas em seu lugar», a mulher «pode se encontrar com uma decisão que não corresponde a uma escolha consciente e que sucessivamente pode provocar graves sentimentos de arrependimento», explicam.

O «dia depois» do aborto voluntário
Ambos especialistas concordam em que, imediatamente depois do aborto, a mulher pode experimentar uma redução dos níveis de ansiedade, pois decai o elemento ansiógeno constituído por uma gravidez indesejada; mas sucessivamente, «muitíssimas mulheres vivem uma ansiedade maior, apresentando transtorno de estresse pós-traumático, depressão e maior risco de suicídio e abuso de substâncias».

«Estes transtornos devem-se a um profundo sofrimento que envolve a mulher que abortou voluntariamente e podem manifestar-se também bastante tempo depois do aborto, para logo durar às vezes vários anos», confirmam.

A marca traumática do aborto voluntário procede do fato – apontam – de que «quando a mulher descobre que espera uma criança, não o considera só um ‘embrião’ ou um ‘monte de células’, mas o próprio filho, um ser humano pequeno e indefeso que está crescendo dentro de seu próprio corpo, de forma que abortar significa que se mata de maneira voluntária a própria criança».

Uma porcentagem considerável de mulheres que abortaram desenvolve o transtorno de estresse pós-traumático, cujos sintomas são «lembranças desagradáveis, recorrentes e intrusivas da IVE, que se manifestam em imagens, pensamentos ou percepções; sonhos desagradáveis e recorrentes do sucesso; sensação de reviver a experiência do aborto através de ilusões, alucinações e episódios dissociativos nos quais através do ‘flashback’, ressurge a lembrança; mal-estar psicológico intenso à exposição de fatores desencadeantes internos ou externos que simbolizam ou se assemelham a algum aspecto do evento traumático, como o contato com recém-nascidos, mulheres grávidas, voltar ao lugar onde se praticou a IVE ou submeter-se a um exame ginecológico; evita persistentemente todo estímulo que possa associar-se com o aborto», enumeram os especialistas.

Já começam a definir estes transtornos como «síndrome pós-aborto» – sublinha –, que muito freqüentemente também «evolui em uma vivência da dor e temor que determina mudanças no comportamento sexual, depressão, aumento ou início de consumo de álcool ou outras drogas, mudanças do comportamento na alimentação, transtornos somáticos, isolamento social, transtornos de ansiedade, perda de auto-estima, idealização suicida e tentativas de suicídio».

«Todos estes transtornos podem manifestar-se também vários meses depois da intervenção, no aniversário da IVE ou no do hipotético nascimento da criança», sem esquecer que as mulheres que abortaram anteriormente «podem seguir tendo sentimentos de culpa ou depressão ligados a tal aborto, inclusive durante as gravidezes sucessivas», advertem o professor Cantelmi e a psicóloga Carace.

Portanto, caros leitoras e leitores, podemos considerar que possuímos informações o suficiente para nos declararmos contra este mal chamado aborto, que afeta não somente o indivíduo desprezado, mas traz sérias conseqüências que, como citei no início, são ignoradas pelas pessoas que defendem-no como solução.

Cabe aqui uma pergunta: Será que o governo, ao lutar pela legalização do crime do aborto, está planejando cuidar do psicológico da mãe que aborta, assim como preparar a família para lidar com esta questão?

Caso positivo, cabe ainda outra questão: Será que este tipo de tratamento psicológico será de mesmo nível de qualidade prestado aos detentos ou mesmo pessoas com problemas psiquiátricos, que claramente podemos observar nas penitenciárias e hospitais?

Pensado melhor… Acho que esta questão não deveria nem ser debatida na sociedade em que vivemos, com os governantes que temos.

Como destaquei no artigo que foi citado no início, legalizar o crime do aborto não é uma questão de saúde pública.

Agora, por estas duas questões levantadas, certamente, se legalizado, aí sim ele se tornará uma questão de saúde pública.

Além de defendermos a moral e a ética, fiquemos atentos!

Um mundo sem Deus converte-se em um mundo de egoísmo, constata Papa

Respondendo às perguntas de um sacerdote.

Um mundo que rejeita Deus converte-se em um mundo de egoísmo, conclui Bento XVI após ter feito uma análise sobre a crise atual da consciência moral.

Expôs sua reflexão dia 24 de julho, em um encontro com 400 sacerdotes em uma igreja de Auronzo, perto da localidade dos Montes Dolomitas italianos onde neste ano passou as férias, ao responder a um presbítero que constatava como hoje se confunde o bem e o mal «com sentir-se bem ou sentir-se mal».

«Um mundo no qual Deus não existe converte-se em um mundo da arbitrariedade e do egoísmo», reconheceu o pontífice depois de uma profunda análise sobre os critérios éticos dominantes.

«Só se Deus aparece há luz, há esperança – acrescentou –. Nossa vida tem um sentido que não podemos inventar nós mesmos, pois nos precede, nos leva».

O Papa convidou a apresentar os caminhos que inclusive a «consciência leiga pode ver facilmente e a tentar guiar para as vozes mais profundas, à voz da consciência, que se comunica na grande tradição da oração e da vida moral da Igreja».

«Desse modo, com um caminho de educação paciente, creio que todos podemos aprender a viver e a encontrar a verdadeira vida», concluiu.

O bispo de Roma havia começado sua análise reconhecendo que hoje a moral e a religião «praticamente foram expulsas», e «o único critério último de moralidade e também de religião é o sujeito, a consciência subjetiva que não reconhece outras instâncias».

«Ao final, só decide o sujeito, com seu sentimento, suas experiências, com os eventuais critérios que encontrou».

«Mas deste modo o sujeito converte-se em uma realidade isolada e muda dia a dia os parâmetros» da vida moral, acrescentou.

«Na tradição cristã, “consciência” quer dizer “con-ciência”: ou seja, nosso ser está aberto, pode escutar a voz do próprio ser, a voz de Deus».

«Portanto, a voz dos grandes valores está inscrita em nosso ser e a grandeza do homem consiste no fato de não estar encerrado em si mesmo, em não ficar reduzido ao material, quantificável, mas em estar aberto interiormente ao essencial».

«Na profundidade de nosso ser podemos escutar não só as necessidades do momento, não só o material, mas também escutar a voz do próprio Criador e deste modo se pode conhecer o que é o bem e o que é o mal».

«Mas, obviamente, esta capacidade de escuta deve educar-se e desenvolver-se».

«E precisamente este é o anúncio ao que estamos comprometidos na Igreja: desenvolver esta capacidade elevadíssima doada por Deus ao homem de escutar a voz da verdade, a voz dos valores», propôs.

Fonte: Agência ZENIT

Diminuição da mortalidade materna não depende da legalização do aborto

A promoção da legalização do aborto pelo governo do Brasil, país onde a prática é restrita a casos de estupro e risco de morte para a gestante, é lançada à sociedade como uma questão de saúde pública, mas isso é falso, afirma uma especialista.

Segundo dados utilizados pelo ministro da Saúde do Brasil, José Gomes Temporão, em encontro com a imprensa, o número de abortos clandestinos no país foi de 1,040 milhão em 2005.

Em recente sabatina ao jornal Folha de S. Paulo, o ministro afirmou que o aborto «é uma discussão que vai para o campo da religião, da filosofia, da moral, fica uma coisa abstrata. Mas não trabalho com abstrações, trabalho com as 170 mulheres que morreram em 2005 –quarta causa de óbito materno», disse.

Mas, segundo Maria Dolly Guimarães, advogada com especialização na área de família e direito matrimonial canônico e presidente da Federação Paulista dos Movimentos em Defesa da Vida, a diminuição da mortalidade materna não depende da legalização do aborto, e sim da atenção sanitária ao pré-natal, parto e pós-parto.

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NÃO à redução da maioridade penal!

Pesquisa mostra que 81,5% apóiam a redução da maioridade penal. 

Esta pesquisa elaborada pela CNT/Sensus, serviu pra me alertar para o fato de que muita gente encontra-se, por algum motivo, cega.
Eu diria que este motivo está diretamente ligada à emoção, fazendo com que as pessoas deixem de lado a razão.

Uma pergunta que eu faço a estes 81,5%:
Quando a maioridade penal for reduzida para 16 anos, o número de crimes cometidos por adolescentes irá diminuir?

Certamente NÃO! Isso é uma questão social.

Ou você acha que alguém que roubava aos 17 anos, pára de cometer o crime quando completa 18 anos?
NÃO
! Por isto, enquanto o regime não for eficiente, o que teremos vai ser pessoas cada vez mais jovens dentro das cadeias e o número de crimes aumentando de acordo com o aumento da robalheira em Brasília.
E isso continuará acontecendo enquanto a ganância política continuar tirando o dinheiro destinado à E D U C A Ç Ã O.

Pergunte a uma criança de 2 anos de idade, se quando ela crescer, ela deseja matar alguém, ou roubar algo.
Ela nem sabe o que é isso!
Mas esse desejo se tornará realidade dependendo do tipo de educação que ela receber, se receber.

Defender a redução da maioridade penal, denota um pensamento egoísta.
Devemos cuidar cada vez mais de nossos jovens, ao invés de tratá-los como bandidos.
A ciência comprova que quanto mais jovem uma pessoa é, maior a capacidade de aprendizado.
Você quer começar desde cedo a ensinar que o jovem possui futuro, ou que ele não presta pra nada?

Qual o próximo passo? Reduzir a maioridade penal para 14 anos?
Devemos cobrar os recursos que saem de nossos bolsos, daqueles “amigos” de Brasília que ficam roubando tudo e ainda saem sorrindo por aí!
Essa é a solução!

Por que roubar dinheiro do povo não é crime hediondo?!?

Rogai por nós Santa Mãe de Deus!