Inesquecível encontro com o Papa Bento XVI

Santo Padre, eu também te amo!

Eu estive lá… Dentre as milhares de palavras existentes na língua portuguesa, somente uma pode me ajudar a descrever a beleza daquele momento, que na verdade é: INDESCRITÍVEL!

Tu es Petrus et super hanc petram edificabo Ecclesiam meam” (Mt 16, 18)

Estádio lotado:

Discurso do Papa a nós (quase completo):

O discurso completo, bem como outros discursos de Sua Santidade quando da ocasião da visita ao Brasil podem ser encontrados aqui: Dicursos de Bento XVI no Brasil

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O Papa não tem porque pedir desculpas

Reações às palavras do Papa sobre o mundo indígena durante a sua recente viagem ao Brasil nasceram, como sempre, da falta de conhecimento do próprio discurso do pontífice e do seu contexto. Isto é normal quando não se lê o documento.

Segundo muito bem disse o Cardeal Júlio Terrazas Sandoval, CSSR, arcebispo de Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), a instrumentalização desse trecho do discurso do Papa «se converte em matéria para confundir e para desqualificar qual foi a mensagem, e também, lamentamos, para insultar a pessoa».

O cardeal afirmou que as críticas desconsideram o fato de que o Santo Padre pedia «que todas as culturas, não só as indígenas, se abram a valores de outras culturas, que entrem em diálogo, porque essa é a maneira de enriquecer-se plenamente».

«Esta é a maneira de conhecer-se melhor e é a maneira de projetar identidades que não são objetos de ideologias passageiras mas identidades que partem da própria vida», disse Dom Terrazas Sandoval.

De fato, o Papa afirmava em seu discurso que «as autênticas culturas não estão fechadas em si mesmas nem petrificadas num determinado ponto da história, mas estão abertas; ainda mais: buscam o encontro com outras culturas, esperam alcançar a universalidade no encontro e no diálogo com outras formas de vida e com os elementos que possam levar a uma nova síntese, na qual se repete sempre a diversidade das expressões e de sua realização cultural concreta».

«Em última instância –prossegue o pontífice–, só a verdade unifica e sua prova é o amor. Por isso Cristo, sendo realmente o Logos encarnado, “o amor até o extremo”, não é alheio a cultura alguma nem a nenhuma pessoa, pelo contrário, a resposta desejada no coração das culturas é o que lhes dá sua identidade última, unindo a humanidade e respeitando, ao mesmo tempo, a riqueza das diversidades, abrindo todos ao crescimento na verdadeira humanização, no autêntico progresso. O Verbo de Deus, fazendo-se carne em Jesus Cristo, se fez também história e cultura».

É preciso dizer, isso sim, que a Igreja foi defensora incansável dos indígenas, e isso explica por que, ao contrário da América do Norte, onde os indígenas quase desapareceram, nossos povos são mestiços, e por que, em países como o México, Guatemala, Equador, Peru e Bolívia se conserva uma imensa população indígena.

A responsabilidade do drama da controversa conquista e da colônia, na América Latina, não recai sobre a Igreja, mas sobre outros atores.

A polêmica desatada e os ataques lançados são injustos, sem base histórica, e sem uma leitura atenta do discurso de Bento XVI.
Sendo assim, caro Hugo Chávez, o Papa não tem porque pedir desculpas, mas você sim.

Até logo, Bento XVI!

Bento XVI deixa o Brasil com palavras de afeto e agradecimento a todas as demonstrações de entusiasmo e alegria.
Visivelmente feliz com os resultados de sua primeira visita pastoral a esta país, Sua Santidade dirigiu ao povo as seguintes palavras (entre outras):
“Ao deixar esta terra abençoada do Brasil, eleva-se na minha alma um hino de ação de graças ao Altíssimo, que me permitiu viver aqui horas intensas e inesquecíveis”

Um dos Papas mais cultos que a história da Igreja já viu, Bento XVI, alemão por origem, logo deixou de lado os traços, em geral, característicos de sua nacionalidade distribuindo diversos sorrisos e gargalhadas.

Logo após a sua partida do Brasil, eu já começo a escutar diversas pessoas dizendo que mudaram o seu pensamento a respeito do Papa.
Eu diria que não foi bem isso que aconteceu.
Se você também está dentro deste grupo que “mudou seu pensamento” a respeito do Papa, eu te digo: Não, não foi você que mudou seu pensamento a respeito do Papa, mas sim, o Papa mudou o pensamento que a imprensa quis que você tivesse a respeito dele.

Posso me lembrar claramente, quando há dois anos atrás, logo ao final do Conclave, a imprensa começou a divulgar notícias contra Bento XVI, tentando fazer uma ligação inútil entre ele e o nazismo.
Também posso me lembrar claramente de como a imprensa criava uma ambiguidade proposital nas palavras do Papa, seja quando ele fez uma referência ao islã seja recentemente quando ele fez referência ao divórcio.

Não, não foi você que modificou o seu pensamento a respeito do Papa, mas simplesmente você teve a oportunidade de escutar por você mesmo o que Sua Santidade tem a dizer, sem distorções, sem falsas interpretações.

E assim, este homem de 80 anos, de saúde e disposição admiráveis, que passou duas décadas debruçado sobre livros, tornando-se um dos maiores teólogos do nossos tempos, encontrou uma oportunidade de ter um canal direto com você.

Estando no Brasil, demonstrou-se claramente comovido, “quebrando o protocolo” por diversas vezes como diz a imprensa.
Ora, não existe protocolo entre um pai e seus filhos, não existe protocolo entre um pastor e suas ovelhas, assim não existe protocolo entre o Papa e os fiéis.
Acenou por diversas vezes da sacada do Mosteiro, abaixou os vidros da janela do Papa-móvel, partiu de Papa-móvel de Aparecida ao saber que diversos fiéis ainda o esperavam passar, interrompeu por diversas vezes seus discursos para escutar o coro da multidão.

Multidão esta, que teria sido inferior ao número esperado segundo diversos jornais, principalmente um da argentina.
O jornal inclusive cita que um dos públicos que ficou inferior ao esperado foi o do Pacaembu. Ora, acredito que ele não saiba que foram distribuídos um número limitado de ingressos…
Tenho que dizer que isto é o menos importante. Conheço diversas pessoas que gostariam de ter ido e não puderam, e como essas devem existir milhares, milhões. (Imprensa, importante é a qualidade e não a quantidade. Aliás, estou aguardando o dia em que poderei desfrutar de jornais de qualidade)

Através de sua forma de se expressar contundente e objetiva, Bento XVI usou, como sempre, de seus discursos sofisticados, característicos de um homem de sua inteligência, através de um português claro e bem falado.

Bento XVI é sim, tão carismático quanto João Paulo II. Porém, seu carisma não está nos gestos e atitudes, mas sim nas palavras.
Bento XVI é objetivo como a verdade.

Até logo, querido Papa.

Bento XVI faz pronunciamento em português e diz que Brasil está em seu coração

São Paulo – No seu primeiro pronunciamento no Brasil, o Papa Bento XVI falou em  português e mostrou um bom conhecimento do língua. “É uma particular satisfação iniciar minha visita pastoral ao Brasil. Sei que a alma deste povo e da América Latina conserva valores cristãos. Estou muito feliz de passar uns dias no Brasil. Sinto ecoar um sentimento de carinho e amor do povo”, disse Bento XVI.Segundo o Papa, o Brasil ocupa um lugar muito especial no seu coração. “É uma nação rica
em potencialidade. A minha visita ultrapassa os limites da fronteira nacional”, afirmou o pontífice, que estendeu os cumprimentos aos povos da América Latina.
Bento XVI agradeceu pela amável acolhida, e estendeu o obrigado aos governantes e personalidades presentes na homenagem. Ele lembrou que sua visita tem como objetivo a Conferência Episcopal da América Latina e do Caribe.O Papa afirmou ainda que a Igreja no Brasil incentivou a construção de um futuro de paz e felicidade. E fez relação com sua encíclica, Deus Caritats Est, que valoriza o amor e a família, a serviço da paz e da justiça. No fim do pronunciamento, o Papa disse: Deus abençoe a América Latina, o Brasil”.

Fonte: O Dia Online

O milagre válido para a Canonização de Frei Galvão

O milagre aprovado para a canonização de Frei Galvão ocorreu em uma gravidez de altíssimo risco, da paulistana Sandra Grossi de Almeida, química.Sandra tinha um problema de má formação do útero. Segundo a médica obstetra Vera Lúcia Delascio, seu útero era pequeno demais. Isso criava dificuldade para engravidar, e fez com que ela sofresse no passado três abortos espontâneos.

Na quarta tentativa, em 1999, os médicos não acreditavam que a gestação chegaria ao fim. “Assim que eu atendi, já vi a encrenca que seria”, conta a Dra.Vera Lúcia. Para Sandra, somente um milagre poderia salvar a vida dela e a do bebê. “Os exames mostravam que seria muito difícil ela ultrapassar a 28ª semana. Ela teve vários episódios de sangramento e ninguém acreditava que daria certo”, diz a obstetra. O risco de perder o bebê era tão grande que Sandra passou meses de cama, em repouso absoluto. Por causa do repouso, não podia nem tomar banho. Os abortos espontâneos ocorreram entre 1993 e 1994. Ela tinha útero bicorne, com duas cavidades de dimensões muito pequenas e assimétricas, como se fosse uma parede. Com tal formação, não corrigida cirurgicamente, era impossível levar a termo qualquer gravidez, pois o feto não tinha espaço suficiente para crescer e se formar.

Ficou novamente grávida em 1999. Em agosto, a Dra. Vera fez uma “cerclagem cervical” preventiva, para evitar o fim de outra gravidez. A gravidez era julgada de altíssimo risco porque o parto seria muito prematuro e, além disso, úteros malformados podem provocar sangramentos maiores. Sandra sabia que, no momento do parto, poderia ter uma hemorragia e morrer. Apesar de o prognóstico médico ser de provável interrupção da gravidez, ou de que ela atingisse no máximo o 5° mês, a gestação evoluiu normalmente até a 32° semana.

Sandra fez repouso absoluto de junho a novembro de 1999, na maternidade Pro Matre de São Paulo. O parto cesariano foi realizado no dia 11 de dezembro, depois da ruptura da bolsa. Não houve, entretanto, complicações. A família teve outro susto ainda. A criança nasceu pesando quase dois quilos e media 42 cm, mas apresentava problemas respiratórios, com doença das “membranas hialinas”, classificada como sendo de 4° grau, isto é, o mais grave, o que colocava em risco sua vida. Para a surpresa dos médicos, no dia seguinte, a criança não apresentava qualquer sinal de doença. O quadro teve uma evolução muito rápida e a criança foi extubada no dia 12, recebendo alta no dia 19 de dezembro.

Foram meses de oração, em toda a família, e Sandra sempre tomava as pílulas de frei Galvão com muita fé. Os médicos, pelo contrário, diante de tão grandes complicações, tinham como certo o fracasso do tratamento. “A gente falava que tinha alguma coisa a mais protegendo essa moça que a medicina não explica”, afirma a Dra.Vera Lúcia. A médica conta que se emocionou muito ao ver o filho de Sandra nascer, apesar de já ter feito mais 18 mil partos, em 30 anos como obstetra. “Todo mundo chorou muito. Foi um dos partos, talvez, mais emocionantes que eu fiz”, conta ela.
O menino, batizado de Enzo de Almeida Galafassi, hoje é muito saudável e ativo.

Não há dúvidas de que Frei Galvão é santo. Não há dúvidas de que houve a intervenção divina e que esta foi feita por intercessão de Frei Galvão. O que eu não acredito é no fato de que existem pessoas que possuem a prepotência de duvidar de tal fato sem ao menos conhecer uma vírgula de sua história.

Que Deus tenha misericórdia de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza a vida eterna!

Que Santo Antônio de Sant’Anna Galvão rogue por todos que ainda se encontram no seu tempo de ignorância.

O milagre válido para a Beatificação de Frei Galvão

O milagre que foi válido para a beatificação de frei Galvão, celebrada pelo Papa João Paulo II em 1998: Trata-se da cura de uma criança de 4 anos, DANIELA CRISTINA DA SILVA, residente na Vila Brasilândia, na cidade de São Paulo, SP.Daniela, filha de Valdecir da Silva e Jacira Francisco da Silva, foi desde o nascimento, aos 9 de março de 1986, uma criança miudinha e de saúde delicada.Em maio de 1990, por causa de complicações bronco-pulmonares, foi internada e tratada com antibióticos e metoclorpramida.

Com alta hospitalar, retornou para casa, mas logo depois começou apresentar sonolência e crises convulsivas, sendo encaminhada pelo seu Pediatra para o Hospital Emílio Ribas (hoje Instituto de Infectologia Emílio Ribas) na Av. Dr.Arnaldo, 165, com suspeita de meningite ou hepatite, na noite de 24 de maio de 1990. Foi imediatamente levada para a U.T.I. ( Unidade de Terapia Intensiva) com quadro clínico instável e sinais de triste prognóstico.O diagnóstico inicial foi: coma por encefalopatia hepática conseqüência da hepatite do vírus A, insuficiência hepática grave, insuficiência renal aguda e intoxicação por causa de metoclorpramida. Houve ainda hipertensa intensa nos membros inferiores e superiores, oligúria.

Com diagnóstico de “insuficiência hepática fulminante”, sofreu ainda parada cardiorrespiratória. Evoluiu com epistaxe, sangramento gengival, hematúria, ascite, progressivo aumento da circunferência abdominal, broncopneumonia, parotidite bilateral, faringite, além de dois episódios de infecção hospitalar (Staphylococcus aureus e bacilo Gram negativo).Seu estado era tal que os médicos a deixavam em um lugar apartado dentro da sala da U.T.I. .Era caso perdido. Daniela lá permaneceu 13 dias (25 de maio a 7 de junho de 1990). No fim desse período foi quando teve a parada cardiorrespiratória e quase morreu.

Aí a cura aconteceu, rápida, indiscutível, por intercessão de Frei Galvão. Passou então para a Seção de Pediatria (2o.andar do hospital). Aos 13 de junho de 1990 foi feita uma biópsia hepática cujo resultado foi “Hepatite aguda colestática”. Embora estivesse bem, precisava permanecer ainda no hospital para se recuperar físicamente, pois tinha ficado a ‘pele e osso’, como se diz.. Finalmente a menina recebeu alta hospitalar no dia 21 de junho de 1990, “considerada curada”. Acompanhada ambulatorialmente nunca apresentou alguma recaída. Em 1995, o pediatra, que acompanha a menina desde o nascimento, atestou: “ a Menor foi examinada por mim nesta data (4 de agosto de 1995), estando a mesma em perfeitas condições de saúde física e mental”.

O mesmo Pediatra perante o Tribunal Eclesiástico afirmou a respeito da cura de Daniela “eu atribuo à intervenção divina, não só a cura da doença, mas a recuperação total dela”. A intervenção de Deus foi pedida pelos pais, parentes, amigos, vizinhos, religiosas do Mosteiro da Luz, que unidos numa só prece invocaram com muita fé a intercessão de Frei Antônio de Sant’Anna Galvão dando à menina água e as pílulas de Frei Galvão. Eram tão certos e convictos da intercessão de Frei Galvão que, ao receber alta do Hospital Emílio Ribas levaram Daniela diretamente ao túmulo de Frei Galvão no Mosteiro da Luz e algum tempo depois fizeram um encontro de oração somente para agradecer a Deus a cura da menina.

Meu encontro com o Papa, no Pacaembú

Na quarta-feira, 9 de maio, o Papa Bento XvI chegará ao Brasil.
O programa de sua viagem pode ser acompanhado no site do Vaticano
Após a visita, os discursos estarão disponíveis neste mesmo endereço.

Aqui, o Papa permanecerá por 5 dias.
Há semanas o Papa faz pedidos de orações de intercessão pela viagem.
Bento XVI vem se preparando espiritualmente para esta visita e faz este convite a todos nós.

Eu, particularmente, estarei lá, no estádio do Pacaembu, no encontro que o próprio Santo Padre solicitou ter com os jovens.
Será uma longa e histórica viagem, para mim.
Estarei lá, dentre 30 mil jovens do Brasil e da América Latina, escutando o que o Papa tem a nos dizer.

Sairemos aqui do Rio de Janeiro, 1000 jovens, por volta de 7h de quinta-feira (10/5).
Após algumas horas de viagem, chegaremos ao estádio por volta de 15h.
Haverá shows que já estarão acontecendo desde 11h (se eu não me engano), com Banda Dominus, Anjos de Resgate, entre outros.

Bento XVI chegará ao estádio às 18h, dando início ao encontro que durará 4 horas, terminando assim, às 22h.
De lá o Papa partirá para o Mosteiro de São Bento, onde passará a noite, bem como todos os dias.
Nós, os 30 mil jovens que sairão de dentro do estádio, e mais os cerca de 100 mil que estarão do lado de fora acompanhando por telões, iremos em procissão, por cerca de 10 km para Campo de Marte, local da cerimônia de canonização de Beato Frei Galvão.
Passaremos a noite acampados em Campo de Marte, para no dia seguinte, às 9:30 acompanharmos a cerimônia de canonização, que deve durar cerca de 2h.

Este é o resumo desta magnífica viagem que, pela graça de Deus, fará parte de minha história.
Lembro aos jovens que não puderam se inscrever para o encontro com Vossa Santidade, que a mensagem que o Papa traz se estende a todos vocês.
Certamente, ela chegará aos seus corações. Estarei em orações por isso.

Como a cerimônia de canonização é aberta, fica este convite.
Aliás, participar de uma cerimônia como esta, é, sem dúvida, uma proximidade enorme da santidade.

Quando estiver de volta, trarei notícias.